terça-feira, 17 de dezembro de 2013

IV - Despertar


CONTINUAÇÃO


Arthur devemos partir – Disse Bianca.
- Conhece algum lugar seguro?
- Não existe lugares seguros, talvez nem mais Teby esteja de pé. Uma guerra estar para começar.
- O que é Teby?
- Uma fortaleza conhecida em todos os Universos. Uma cidade cosmopolita extremamente pacífica e casa do povo mais notável que já existiu. Por Jary, não aprendeu nada com os seus sonhos?


“Lembro de ver uma fortaleza, e essa garota estava lá...
- O que faz aqui, guerreiro?
- Apenas contemplando a paisagem, os lindos muros da fortaleza Armmer. E você? O que faz fora da estrada?
- Contemplava a paisagem regando a grama aos seus pés com as suas lágrimas?
- Belo! Belo e verdadeiro como a solidão e a magoa que derruba o meu coração.
- O que atinge a glória de quem derrota dragões? Quem esmaece o ego daquele que tem uma estátua sua lá no centro de Teby? Como derrubar o sábio que aconselha o rei?”


Bianca: - Ei! Acorde! Vamos logo, vem mais dele e não quero me desgastar.
Arthur: - Para onde vamos? Tenho que ir para casa, preciso ver meus parentes.
Alice: - E eu meu namorado.
Bianca: - Não temos tempo, logo isso aqui será um inferno e não terei força para lutar. Esses seres não são nada para os que viram. Querem viver? Venham comigo.

Perdão a essa garota, mas se encaixa perfeitamente.. rs

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

IV - Despertar



Em algum lugar do Universo...
- Vamos, acorde, já dormiu por muito tempo. Abron irá despertar no primeiro nível, em sua casa. Deve detê-lo e vingar nossa raça.
O rapaz loiro, que despertara, olha perplexo para suas mãos e parece brincar com os seus dedos.
- Nazo, acha que ele entendeu?
- Na verdade, ele já sabe de tudo. Todo o conhecimento do nosso povo está nele; todas as memórias; tudo o que sentimos. Ele sabe o que fazer.
- Por que esse corpo estranho? Essa carapaça mole eca!
- É um humanoide como os Elins.
- Aah! Ele não me parece ser muito esperto.

- Ei! Preste a atenção e pare de se tocar – Nazo se voltou para o garoto – Vamos envia-lo por aquele portal, se acostume logo e se prepare.

domingo, 8 de dezembro de 2013

?

Parecia ser um shopping e nele havia 3 mulheres em um andar acima de onde estava um multidão. Uma delas, as mulheres, andava vagarosamente ao redor das outras duas. Elas eram lindas e bem parecidas, já cansei de sonhar com mulheres assim, cabelo negro longo e brancas, mas dessa vez, pelo menos a que andava, estava de cabelo preso e não lembro bem a cor do cabelo, talvez ruiva (era um sonho, talvez nem cor tivesse e só estou imaginando).
Havia uma tensão entre as 3, das 2 para a ruiva. A ruiva disse a elas: "Não se preocupem, só existimos porque eles existem. Só somos deuses enquanto quiserem que sejamos". A ruiva partiu em uma espécie de teletransporte; foi em direção ao céu levada por uma luz azul. Minha consciência dizia que ela foi para Asgard, a Terra onde vivem os deuses.

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

O sonho do jesus esquisito

Um homem de barba bem longa e preta e cabelo curto estava sentado em um ônibus. Ele também vestia-se com uma roupa estranha, marrom, parecia um vestido e aparentava sorrir. Um homem parecido com ele, mas de aparência mais rude senta ao seu lado.
O homem diz para o que chega:
- olá escolhido.
- Escolhido? Para quê?
- Você é meu escolhido que tanto espero.
- Escolhido? Nem me conhece.
- Acredite. Seu passado é irrelevante comparado ao seu futuro.
O "escolhido" sorrir e levanta-se desacreditado.

Agora, à noite, o homem sorridente tinha o que parecia ser uma igreja. Ele dizia a alguém que não aparecia na cena que não se preocupa-se porque o plano corria bem e o dinheiro recolhido estava sendo devolvido naquela noite mesmo sobre algum pretexto que não lembro e a única perda tinha sido uma peça de mármore que teria de pagar depois.

Eu estava indo para o ponto... Engraçado, com a roupa que estou agora. Era o ponto mais próximo de minha casa, bem perto. Não sabia qual ônibus ia pegar, não sabia o nome do lugar, mas sabia como era o ônibus, era o que pegava para ir ao sesi quando estudava no ensino fundamental. Só um detalhe, esse ônibus não passa nesse ponto. Era de tarde e fazia sol, mas tinha uma proteção, preferi ficar em um porte ao lado de uma bela garota.


O homem sorridente do ônibus estava fazendo seu culto e um tumulto se formava lá em baixo. Parecia uma praça medieval em um deserto e um exército subia às escadas de pedra. 5 homens se manifestaram, eram guerreiros, pegaram espadas, escudos e lanças e um moreno disse que ficassem tranquilos. Eles se bateram na escada e 4 deles desciam as lanças nos invasores. A voz do estranho desconhecido falou novamente: - vamos deixar? O que vai acontecer? – o sorridente responde: - não se preocupe, ficaremos bem. Depois de um tempo o sorridente manda os 5 pararem. O líder dos invasores sobe as escadas, sorrir e diz: – Ora, Ora, se não é o meu escolhido.

Enquanto o tumulto prosseguia, uma velha de uma janela grita para uma garota que descia de sua janela por uma escada de palha. "Acordando a essa hora?". A garota não dá atenção, bate na bunda de alguém do culto, o que é estranho devido a distância; o culto ocorria no alto e a sua casa era mais baixa. e sai para o mercado daquela cidade medieval no deserto.

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Os Guerreiros Demônio (Completo)



Em um mundo desconhecido existia um recente reino de nobres homens e prospera terra. Os muros altos protegiam os bons cidadãos e o castelo que abrigava o rei. Uma esplêndida e irregular escadaria dava acesso ao castelo.  Acontecia um evento naquele lugar, homens de toda parte vinham ao reino tomar os grãos excedentes. O reino era prospero e tinha muita sobra, porém, nas aldeias mais próximas daquelas terras nada se conseguia produzir.

Uma imensa fila vinha de fora dos portões e subia as escadas do palácio. Ela era supervisionada por vários soldados de armadura completa, que mantenha a ordem. Estava na fila os povos de várias tribos famintas e o rei distribuía grãos de trigo para toda aquela gente. A ponta da fila entrava no corredor do palácio, e lá, o jovem Ran,” o que sabe”, fazia os registros e dava as sacas.

Ran era o braço direito do rei, chefe da guarda real (os Hatamotos). Ran era jovem, muito jovem, cabelos longos e pretos, de baixa estatura e de aparência delicada o que claro, enganava. Portava uma espada na cintura diferente do padrão da infantaria. A espada era de um gume, fina e comprida (katana). Usava, naquele momento, um quimono roxo e cabelo preso.

Ran estava sentado anotando e despachando os famintos que davam os seus nomes e o número de pessoas em sua casa, se mentissem Ran saberia. Ele parecia poder ler a mente, saber o que os outros sentiam. O rei estava caminhando na sala olhando e rindo com alguns soldados até que chega a vez de um homem que chama a sua atenção.
- Nome? – Ran não olhava para ele.
- Davi.
- De onde?
- Bom Pastor.
- Para quantos?
- 14.
- Quem?
- minha filha, esposa e sua família.
O rei grita: - Ran! Esse não pode levar. – Ran levanta franzino as sobrancelhas
- Como assim? O que foi?
O garoto começa a pestanejar: - Por que? Minha família precisa muito, por favor não, o que há de errado?
O rei se aproxima dele que logo fica trêmulo, pois a majestade era mais alto e estava completamente equipado. O rei sorriu por trás do elmo e perguntou: - Como vai Mariana? Irei vê-los depois. Ran, deixe-o levar. O rei sai para organizar melhor a distribuição levando o povo da fila para praça.

Ao fim da tarde as atividades no palácio haviam sido cessadas e continuaria no dia seguinte. No lado de fora das muralhas havia um grande acampamento daqueles forasteiros de tribos distantes, alguns partiriam na manhã. Augusto O rei e Ran, o seu amigo valoroso, estavam próximo ao acampamento junto com o responsável pela segurança daqueles e mais 2 generais.
- Como estou cansado – disse Ran.
Alfredo: Esse trabalho será eterno, todos os dias chegam mais famintos.
Augusto: Há para todos.
Alfredo: Senhor, estava pensando e conversando com o Gelford. Esse povo têm muitas habilidades e poucas delas militares, poderiam oferecer uma boa renda e braços por segurança e logo produziriam algo.
Augusto: Não tenho interesse nisso, vivemos bem com o que temos.
Ran: - Esses homens são animais. Grande parte deles eram da nossa terra anterior, só os melhores homens entram aqui e é por isso que vivemos em paz.
Alfredo: - Expandir a fronteira seria o... – Ele é interrompido pelo rapaz que o rei assustou no palácio.
Davi: - Oi, ah, majestade, eu...
Augusto: - Olá Davi, o que quer?
Davi: - Queria saber quem é voc... vossa alteza.
Augusto: - ah! Chame-me como quiser cara. Eu não o conheço, mas você está com gente do meu sangue.
Alfredo: - Como eu dizia, nós poderíamos...
Davi: - ...então, nós podemos vir viver aqui!
Augusto: - Não, não podem. Não são o tipo de gente para esse lugar, sinto muito. A noite vai cair, Ran! Vamos. Depois falamos disso Senhores.

Alguns dias depois aquela centena de forasteiros haviam ido e duas semanas depois o rei convocara seus 50 Hatamotos e cavalgaram para Bom Pastor. 50 homens de armadura vermelha e de mascaras assombrosas e na frente o Ran e o rei Augusto, os dois com armaduras semelhantes ao dos Hatamotos, Ran de azul marinho e o rei de Preto. Eles trajavam armaduras leves, mas resistentes e elmos de aço (kabuto) Espadas como a de Ran, de um gume. A máscara de Ran era a única de cor diferente da armadura, branca, de semblante sereno e sem boca.


Lord
O Hatamoto seria semelhante a isto


Seguiram em trilhas estreitas pela floresta durante 7 dias até chegar e cruzaram 3 aldeias até chegar na cidade. Os cavaleiros entravam lentamente na cidade e os aldeões saiam de suas malocas de palhas. A vila era cortada pela estrada de pedras, assim como as outras. As casas de palha e paus ficavam nas margens da estrada e não demorou muito, apesar da lenta caminhada, até os cavaleiros estarem no meio dela. Sob os "murmúrios" da população, o rei parou em frente a uma taberna e liberou os homens para andar pela cidade. Perguntou lá mesmo por Davi e foi até sua casa.

Augusto estava sentado no meio de uma grande mesa quadrada e não usava seu elmo e máscara, e com ele estava algumas mulheres jovens e mais velhas. - Vocês estão bem, não acredito que passaram. Não entendo porque não fiquei com vocês.
- Pois é, que pena, a muito não o via. Você é o quê? Manda neles? - Perguntou uma garota de cabelo cacheado e vermelho.
- Pois é Mariana, a muito... Sim, sou o Lord ou Rei das suas terras, o invencível Basara.
Uma senhora que entrava e saia da sala disse: - Achei que nunca mais o veria meu filho.
- Sei, nenhum dos nossos morreu, engraçado. E vocês? O que são? - sorriu o rei. - Soube que você é mãe, Mariana.
- Ah! Meu amor, a mesma coisa de sempre, sendo escravizada.
Davi aparece do canto: - É, vivendo miseravelmente. Fomos assaltados.
Ina: - A vila toda foi.
Davi: - Sim! Os miseráveis levam nosso trigo e para termos um pouco precisamos dar o que produzimos ou extrair minerais em uma mina deles aqui perto.
Augusto: - Eu posso resolver isso! Não se preocupem.
Davi: - São muitos, uns 60 e estão em um forte.
Augusto: - Ah! Não me faça rir. Venha comigo, cara.

Os 52 homens e mais 8 aldeões cavalgava lentamente e andava em direção ao forte.
Davi: - Ali meu rei.
Augusto: - Não sou seu rei. Sabe que minha espada clama por seu sangue. Vocês da vila fiquem aqui, eles já nos viram. 
Continuam a caminhada à cavalo até que um zumbido soa e um projetil rasga o céu e rouba a atenção de todos. O projétil grava-se na armadura do rei deixando todos em silencio por uns instantes. Um dos soldados começa a rir e logo todos são contagiados pelas risadas, menos o Ran. O rei tira a flecha e dá a ordem. "Homens! Avançar!" Em meio a gritos de bravura os 52 avançam e entram facilmente no forte.

Os bandidos não vestiam armadura e usavam arco e espadas longas e de dois gumes, os Hatamotos bradavam rapidamente suas espadas leves e de um corte. Era incrível, aqueles demônios derrubavam um a cada movimento, enquanto os ladrões mal conseguiam desferir um ataque e mesmo assim as armaduras pareciam impenetráveis ou absorver os golpes. Sem nenhuma baixa para o rei, o ultimo bandido caiu no topo da fortaleza. 

As sementes estavam nas masmorras
- Veja meu anjo, muito trigo.
- Sim. Tem de umas 4, se deixar de lado o que já foi consumido. - Disse Ran
- Ah! Raiva! Como iremos distribuir?
- Partes iguais de forma proporcional para os que foram assaltados
- Gênio... Cuide disso, por favor. O que faz os outros, Galford?
- Pilham ouro e o que tiver, meu senhor.
- Ótimo!

O trigo foi dividido e preparado para ser escoado. A noite tudo estava pronto para partida. O rei, Ran, Galford e Lanza, ficaram nos aposentos do líder da tribo, Um senhor de 80 anos chamado Clovis. 
Clovis: - O que fizeram foi incrível! Precisamos disso por aqui.
Augusto: - Isso que queria saber, como fazem a segurança?
Clovis: - No começo havia uma milícia de 15 homens e em mãos aquilo se podia cortar. Veio esses bandidos e derrotaram todos muito fácil. O que iriamos fazer? Obedecemos a eles.
Ran: - Mas não tem armas? 
Clovis: - Onde conseguir? A primeira mina de ferro que sabemos, já está em mãos de bandidos e mesmo assim, não saberíamos produzir armas. 
Galford: - O problema de nossa antiga vida. Não sabíamos fazer nada. Nem levantávamos para ir ao mercado...
Augusto: - Estava pensando, eu poderia enviar homens para fazer a segurança por essas bandas e treinar alguns de vocês.
Clovis: - Seria excelente! O senhor é um bom homem! Agradeceríamos muito. Seria recompensado.
Augusto: - Ra! Veremos isso depois.
Clovis se retira.
Augusto: - Lanza! Tire 9 homens e leve com eles essa proposta e o trigo para os mestres das outras tribos. Volte de imediato, o mais rápido que puder. Quero que parta antes de mim.
Lanza: - Sim meu Lord. Considere feito.

Assim que o sol nasce. Os 42 guerreiros cavalgam para seu lar e levando com eles as novas e o trigo das outras vilas.

À noite, já no palácio, se reunia o rei, Ran, Galford, Pilcrum, Maser e Alfredo, todos eles os comandantes dos exércitos daquela prospero reino. Augusto falava sobre ajudar as vilas. 
- Então, esses aldeões não tem segurança alguma. O plano é enviar soldados para os proteger e treina-los. O Lanza falou de bandidos escondidos nas minas, quero elimina-los.
Maser: - Bom meu rei, é uma ideia boa, mas custosa demais e sem retorno algum. O Galford e Alfredo me passou uma ideia, escute-a, por favor. Como o Ran disse, devemos melhorar a comunicação construindo boas estradas, isso é certo, melhora tudo. Ao logo do caminho instalaremos postos avançados, reformaríamos a fortaleza acabada que está entre as vilas e depois da última cidadela construiríamos uma nova fortaleza. Bom, sobre os aldeões. A sua segurança seria feita por 2 esquadrões de cavalaria leve que iria patrulhar a estrada de uma ponta a outra e alguns poucos soldados nos postos avançados. Mas, iríamos exigir deles mão de obra para fazenda, mina de ferro e pedra e cobrar impostos, provavelmente haverá comercio entre todos devido às estradas. É aparentemente custoso, mas rende também. E podemos continuar proibindo a sua estadia em nosso reino.
Augusto: - Vocês realmente querem um império. Mas parece uma boa ideia. O que acha Ran?
Ran: - É bom.
Augusto: - Fica decidido assim. E agora?
Galford: - Precisas de um herdeiro.
Augusto: - E-a-g-o-r-a? - Galford recebeu um olhar ameaçador.
Pilcrum: - Tenho o relatório do Lanza. Lord! Foi bom encontrar essas minas de ferro. Nosso aço era da sucata das nossas coisas antigas. Essa mina é vital, aqui está o plano...
A reunião termina e Ran e o Rei se recolhem no palácio.

Soldado do Império
Em 3 meses tudo já estava pronto e o sistema funcionava. 

O rei costumava caminhar pela cidade murada e em uma dessas caminhadas ele conheceu Gabriela. Gabriela aparentava ser uma jovem determinada e forte, apesar do corpo esquio que atraíra o rei. Seu cabelo ondulado e negro, olhos castanhos que encantara o nobre. Em uma tarde, os dois já queimavam de paixão pelos corredores do palácio até uma das portas dos quartos menores propositalmente se abrir. E a tarde se vai.

Já à noite, Ran procurava o rei por todos os lados. Ran passa direto pela porta onde ele estava, mas ouve a sua voz e volta e entra no quarto. Sua cara era de surpresa e sua frase estranha: - Mas o que é isso? Quem é essa puta?

- Calma, não faça estardalhaço.
- Estardalhaço!? Eu devia lhe matar, adeus. - Sai rápido e em fúria.
O rei fica a gritar pelo corredor enquanto Ran se vai.
- Espere Ran! Deixa eu falar. Eu precisava fazer isso. Era só por um filho! Nem mesmo foi em nossa cama.
Ran se vai e o deixa desolado de pé no corredor.

Gabriela passa os dias sempre ao lado do rei e um mês depois de Ran partir, eles descobrem que ela daria o herdeiro do rei. Augusto sabia onde Ran estava e no dia seguinte ao da notícia sobre seu filho, ele partiu para encontrar o jovem guerreiro. Ran estava em uma fazenda fora dos muros e um pouco distante, mas pertencente ao reino. Augusto e mais dois Hatamotos saem para o encontrar Ran. Levam algumas horas e uns bares e casas depois, ao fim da tarde, chegam na tal fazenda. Entram e são bem recebidos por algumas mulheres. Ran aparece e fala primeiro.
- Senti sua falta.
- Eu também, me perdoa, eu deveria ter lhe falado, pedido permissão.
- Você gosta dela?
- Um pouco, mas não tanto quanto de um outro alguém.
- Eu fiquei com muita raiva, mas não posso viver sem você.
- O quarto real continua imaculado.
- Ah! Tá! Eu achei que ia morrer, estou morrendo aos poucos.
Augusto se aproxima de Ran e toca seu queixo.
- Vem cá. - olha para trás e diz: - Homens, descansem, iremos passar a noite aqui.
Os dois se recolhem até a hora do jantar que é interrompido por uma jovem batedor: - Lord! Um enorme exército se aproxima, estão acampados no vale antes da Última Fortaleza, Alfredo já está pronto para defesa se necessário. 
Ran: - Esperem aqui fora, pegarei minha armadura e cavalos para nós
Augusto: - Pequeno, vá e diga a Maser que mande os Hatamotos se reunirem.
Eles 4 partem em seguida nos cavalos de Ran se juntam aos soldados reais.

Os 52 Hatamotos correm em seus cavalos pouco antes de amanhecer e em um dia chegam em Ultima Fortaleza. De seu cavalo Augusto admirava os desconhecidos. Possuíam um grande acampamento com centenas de tendas e umas 5 tendas maiores. Poucos cavalos para uma cavalaria. Os soldados exibiam equipamentos avermelhados e prateados, grandes escudos retangulares e usavam algo semelhante a saias com placas de aço, caneleiras, grevas, elmo simples, tudo aparentava ter sido confeccionado em aço.
Pilcrum: - Irmão. Eles dizem estar aqui de forma pacifica.
- Claro! Encontram alguém tão grande quanto eles.
- Pediram que o líder fossem até eles, mas não fui.
O rei sorri
- o que teme, meu bem? Ran! Vamos lá.
Já era noite e Ran e Augusto desciam a pé uma fácil inclinação para chegar ao vale. No acampamento Augusto para diante de um homem robusto e alto que o barra.
- Quero falar com o Magno, sou o Lord de toda essa terra.
- Como ousas vir até aqui sozinho, baixinho?
- Não vê meu amigo aqui?
- Por que não esmago os dois aqui e agora?
- Me responda você, nobre homem.
- Sua monstruosidade... deixe-o entrar. Não é assim que se trata um rei - Falou um homem careca de estrutura média que saiu da tenda maior.

Magno
Aquele homem era Magno, o comandante daquele exército. Magno os convidou para entrar na tenda. Pegou uma garrafa.
- Vinho senhores?
Augusto: - Não.
Ran: - Melhor não.
- Mas que desfeita.
- Desculpe, simplesmente não bebo e o Ran precisa ficar sã pelo Battõjutsu.
- Batto o quê?
- Logo verá. Agora, eu quero saber o que planeja por essas terras e quem são vocês?
- Nossa, direto e rígido. - Feliz, talvez por causa do vinho, falava Magno sempre sorrindo - comecemos pelo mais fácil. Sou o comandante da 10º Legião do exército do Império Aburame e esses somos nós, a 10º Legião. O que queremos depende. Não vai dizer nada?
- Você não terminou.
- Temos muito a oferecer, talvez vocês também tenham, ouro não falta. AAh! Sim! Queremos que você e seus homens sirvam ao Império. Podem ganhar muito com isso.
- E se não quisermos?
- Por que não? Veja bem o que pode ganhar...
- Não irei lutar em uma batalha que não é minha.
- Tudo bem. Na verdade, só estou aqui para reconhecimento. Se não quer ajudar por bem, amanhã marcharei para sua cidade e não terá escolha.
- E a tenho agora? Saiba que nessa batalha, nenhum dos meus cairá.
O rei e Ran saem da tenda e antes de partir são parados pelo gigante que os perturbara no início. 
- Onde pensam que vão. Olha baixinhos, não podem ir, eu não gostei de vocês.
O gigante corre em direção a Ran e Augusto. Augusto fica imóvel de braços cruzados e Ran em uma posição estranha, meio curvado e com as mãos próximas a espada. O gigante berra e corre com sua espada enorme e quando posiciona-se para o golpe ele para. Ran e Augusto voltam a andar e o grandão cai no solo se contorcendo de dor com suas tripas para fora. Os amigos vão socorre-lo e deixa os dois irem.
Na manhã os dois exércitos já se organizara. Augusto já sabia das intenções deles, pois batedores haviam trazido informações de que eles subjugaram e saquearam tribos e cidades que tiveram em seu caminho.

Os soldados do império se organizaram em 5 batalhões de 100 homens cada com 4 batalhões formando um quadrado com um corredor em cruz e um batalhão a esquerda. Mais 150 homens estavam enfileirados mais distantes e onde estava Magno. Os escudos vermelhos faziam uma espécie de parede e cada batalhão fazia um quadrado menor impenetrável.

Ran e Augusto, junto com os Hatamotos, esperavam em um declive. Alfredo, Pilcrum e Maser, ainda não haviam decido com o exército ao vale, pois mal sabiam o que iam fazer. Alfredo e Maser comandavam a infantaria, Alfredo apenas 200 homens de espada, escudo, e armadura completa e Maser 300 homens, sendo 200 semelhantes a força de Alfredo e 100 equipados de forma diferente. Já Pilcrum era a comandante de 100 cavaleiros de armadura leve, espadas e lanças.

2 comandantes estavam à cavalo e seus homens caminhavam. “Precisamos de arcos” disse Maser. “Arco? Eu quero esmagar cabeças” falou Alfredo. Pararam, Alfredo se volta ao exército e Maser caminha até o topo do vale.

- O que iremos fazer, linda Pilcrum?
Pilcrum era de fato uma linda mulher. Usava sua armadura pesada, mas sem elmo, os seus olhos azuis brilhavam, e seu cabelo dourado resplandecia, o seu sorriso quase que constante acalmava e trazia uma sensação de alegria a quem via.
- Oi meu amor. Vê que belo dia? O sol brilha como nunca.
Maser rir e diz: - Achei que estava pensando em como lutar. Não sabemos o que fazer. É a nossa primeira vez.
- Calma, você é bom com primeiras vezes, posso dizer isso.
- Se seu irmão ouvir estou, estou perdido
- Ah! Bem, eu acho que as naginatas ou lanças não iram causar muito dano.
- isso é mal, muito mal. O Lord disse que se jogar aos escudos seria apenas suicídio, pois eles nos cortariam por baixo. Devem lutar como os antigos romanos. – Maser franze a testa e se volta a sua amada. – Você sempre feliz, mesma nessa situação! – ele sorrir também.
- É que eu sei o que fazer.
- Então diga!
- Sabe os seus Abushis? Reúna-os na frente e jogue aqueles cães contra os escudo, atrás avance com a infantaria e os deixe trabalhar. A minha cavalaria entrará no corredor e atravessará aqueles malditos. E Augusto? O que fará?
- Ele vai atacar o Magno.
- Talvez ele nem entre em confronto.
- Hum, acho que ele não vai desistir disso.
                                                                               
No início da reforma dos castelos e do vínculos com as tribos. Em uma das vila, Talita, a 3º das 7, um grupo de 10 jovens começou a demostrar interesse e admiração pelo exército. Esse grupo desenvolveu uma arma que chamariam de Abushi e técnicas para usa-la. A testavam em animais e treinavam em bonecos de palha para criar técnicas de luta. Essa arma era uma grande clava de cabo duplo com pedaços redondos de metal duro, em 13 fileiras, ao longo do porrete. Era fácil de usar e de pequeno giro, porém muito boa para esmagar. Agora os Abushis eram 40 homens do exército, não usavam armadura, apenas algo semelhante ao quimono dos Hatamotos, só que amarelado e marrom.

2 horas havia se passado e os soldados imperiais mantiveram a formação. O exército de Augusto também se posicionou no vale em uma fileira do jeito que Pilcrum dissera, com os 40 Abushis na frente. Em algum momento da tarde, Maser dá a ordem e os Abushi partem e pouco depois os guerreiros de escudo e espada longa. Quando os Abushi se chocam no escudo eles se partem e alguns golpes atravessam os escudos e atingem a cabeça dos soldados que não tem chances de sobreviver. Os imperiais logo veem que não podem lutar naquela formação e com o balanço da clava os soldados sem armadura são vulneráveis na luta corpo a corpo, porém quando o comandante manda sair da formação, guerreiros de espada longa surgem por trás dos Abushis e em pouco, seus flancos são tomados por cavaleiros de lanças e naginatas. Aquela batalha já parecia ter seu destino selado.



Magno tinha visto a cavalaria e já ia intercepta-la, mas foi surpreendido por demônios que saiam de um buraco do vale. Eram os Hatamotos, dois vinham em frente, um negro e um azul. Magno, que agora com o semblante de fúria, volta sua atenção a eles e os 150 homens partem contra aqueles 50. Hatamotos não tinham escudos, mas suas laminas atravessam o do inimigo ou cortava ao meio e em dois ou três movimentos derrubavam um soldado imperial. Eram 3 para cada, mas um Hatamotos valia por 100 e sem nenhuma baixa eles vencem os imperiais que desistiram diante da derrota iminente.

Galford: - O que faremos com eles?
A batalha dura menos de uma hora e como o rei dissera nenhum homem seu caiu. 600 homens dos imperiais caíram antes deles desistirem. Agora os 50 estavam ajoelhados e desarmados no centro do vale. Diante de Magno os generais falavam.
Augusto: - Agora deixamos ele ir.
Galford: - Ir? Para voltarem com mais?
Augusto: - De uma forma ou outra eles saberão. Não devemos nos preocupar.
Alfredo: - Deveríamos prendê-los.
Ran: - E sustentar eles? Não!
Galford: - Devemos é cortar as suas gargantas! Cortar as suas cabeças!
Magno: - Reconheço seu poder, iremos e não voltaremos, por favor me deixe ir.
Augusto: - Cale-se.

Imperador Aburame

- Lembre-se, todos nós somos mortais.
Augusto os deixa ir a pé e desarmados. Em alguns meses Magno marcha em um tapete vermelho em um enorme corredor que terminava em um trono. Magno para pouco antes das escadas do trono. – Vossa Majestade Imperial. Senhor dos.
- Sem mais Magno! Fale o que preciso saber. O Que aconteceu?
- Eu levei a bandeira dos Aburames até as três montanhas e fui lá derrotado por um forte exército, talvez um outro império em expansão, não como o nosso, mas começando.
- Atacou alguém mais forte? Tolo, não se faz isso por nada, seria melhor saber de sua cultura. Mas, acha mesmo que é uma império? Seria uma ameaça, talvez seja.
- Peço que me deixe retornar. Disponha a mim uma infantaria pesada e cavaleiros e voltarei com boas novas.
- Calma, devemos saber o que são primeiro. Sai, esses assuntos não são de sua conta. Pela nossa amizade eu não rebaixarei você. Mas não erre novamente e não falo de perder batalhas, mas de lutas desnecessárias.
- Imploro que me dê minha vingança.
- Saia.

O imperador Aburame tentou com sucesso contatos pacíficos com aquela terra e um comercio de ferro e miscelâneas foi estabelecido, mas um motivo torpe os levou novamente a confronto. Aburame queria que Augusto o servisse, mas não teve sucesso, além de começar a exigir subsídios ao Lord Augusto que sempre recusara. Mas Aburame em 2 encontros com Augusto estabeleceu uma simpatia pelo rei e pensou em deixar a sua independência e manter apenas o lucrativo negócio das caravanas. Só que, os viajantes notavam coisas que iam contra as suas crenças como o rei que vivia com um homem, mulheres como generais e líderes. Mas o pior para eles era que o reino não tinha religião nenhuma, nem mesmo uma seita se quer, apenas as vilas tinham algumas seitas religiosas, mas sendo abandonadas com o tempo. Aburame tentou através dos viajantes levar a religião do império, mas o conceito do povo de Augusto era contra ela, devido a experiências na terra passada. Só restou uma última tentativa. Convencido por Magno e os Ambiciosos conselheiros do imperador, Aburame decide invadir o reino com como o estopim a falta de fé dos homens do Reino dos Guerreiros Demônios, assim chamavam aquela cidade murada.

Dois ano e meio depois, 4000 homens imperiais comandados por Magno estavam novamente naquele lugar chamado por eles de Três Montanhas. Augusto detinha em sua força 1500 homens e o mesmo número anterior de Hatamotos, porém havia agora, uma unidade equipada de forma semelhante. No mesmo vale acampavam e lá mesmo, três dias após sua chegada, a batalha começou. Desta vez, o exército imperial não era composto apenas dos guerreiros de grande escudo, homens portavam espadas longas com uma mão ou maças (morning star, bolas com espinhos feitas para esmagar) e todos de armadura completa e fechada. No início, a batalha ocorreu da mesma forma, com os Abushi esmagando os escudos e quebrando a formação, até o momento em que aqueles guerreiros pesados entraram em campo. 500 Arqueiros do império causou baixas até a sua formação ser destruída pela cavalaria pesada de Pilcrum. Os soldados de escudo e espada caiam facilmente contra os homens imperiais com maças e espadas longas, mas a cavalaria pesada e os ágeis Senshis (semelhantes aos Hatamotos) equilibravam isso. A batalha durou três horas, entrando na noite. Metade da força de Augusto caiu e metade da força imperial caíra.


Senshi
Forças de Augusto
Morning Star e Soldado de Augusto
No dia seguinte os Imperiais avançaram e conseguiram tomar o Ultima Fortaleza, um forte depois da 7º Vila. No fim do dia os Hatamotos tomaram o forte de volta e aquele dia terminou com poucas mortes para ambos os lados.

Na manhã do dia seguinte o exército imperial marchava e antes de chegarem ao forte 30 arqueiros faziam chover algumas flechas. Depois de ver cair um número 3 vezes maior que o dos arqueiros, os imperiais tentam recuar, mas são impedidos por Pilcrum e seus homens. Pelos lados um grande número de Senshis atacam e na frente saem os Hatamotos. O campo era grande e lutavam corpo a corpo sem formação, misturados naquela zona de morte onde só sairia um vencedor. Eram pouco menos de 2000 imperiais contra 50 Hatamotos, 100 Senshi, 100 cavaleiros e mais 450 homens padrão da infantaria com os seus escudos e espada. Os guerreiros pesados do império caiam fácil para os Hatamotos e lutavam igual para os Senshi e esmagava a infantaria.

O Foco de Augusto, Ran e o seu batalhão era o centro, onde Magno estava. Augusto atinge a força de elite que defendia Magno. 100 para 50. A força de elite era de homens habilidosos e que trouxeram baixas para o esquadrão de Augusto. Ran lutava inexpressivo e ao lado podia ver seu rei brandir a espada com velocidade e derrubar seus inimigos, até ver um homem com um lança correr em direção ao rei e antes que pudesse fazer algo Augusto é atingido em cheio. A lança entra em seu lado direito, próximo ao seu rim e sai em sua barriga, ele nem podia revidar e apenas cai. Ran e Lanza, o único Hatamotos que portava uma lança, abrem caminho derrubando os inimigos até chegar ao rei, os outros Hatamotos fazem uma espécie de escudo para manter a área mais segura possível.

- Ei! Fala comigo.
Augusto sorria e leva a mão ao rosto de Ran que chorava.
- Você precisa acabar com isso, não deixe que desistam, vença! Leve-nos a vitória.
- Não! Você vai ficar bem, vamos tirar você daqui.
- Escute e obedeça, levante e vença. Meu bem.
Augusto não lutou, tiraram ele de lá, mas o socorro já era tardio. Ran fica debruçado sobre o corpo do rei por um tempo, mas logo se levanta furioso e a única coisa que faz é obedecer o Rei. Ran se lançou ao inimigo com fúria e vigor, sua coragem e determinação contagiou os outros que lutavam mais forte. As armaduras da infantaria pesada do império não lhes dava tanta vantagem e no fim do dia só um Homem imperial ficou de pé, Magno.
- Dessa vez você não vai partir – Disse Ran.
- Percebi...
- Você lutará comigo, só nós 2.
Ran segura sua espada com as 2 mãos e espera. Magno avança aos berros com sua espada curta que é bloqueada pela espada de Ran e que em um giro em meio ao bloqueio faz Magno passar por ele e levar um corte nas costas. Magno cai do quatro e Ran sem demora corta a sua cabeça.

Não ouve festas, apenas o luto pelo rei. Na semana seguinte Pilcrum assumia legalmente a coroa e no mesmo evento passa a liderança do reino a Ran, que deveria governar até o sobrinho de Pilcrum ter idade para assumir a coroa. Ran, em consenso com os outros, Galford, Pilcrum, Alfredo e Maser determina que os Senshi sejam a infantaria padrão e aumenta o número de Hatamotos. Em 3 meses passam a anexar e subjugar vilarejos e cidades fortificadas ao longo do território das Três Montanhas. Eles tinham medo que o Império voltasse, sabiam que 4000 homens era uma pequena parte do todo e em 9 meses o Império Morioni (assim chamavam Ran os habitantes de várias cidades atacadas. Queria dizer Mori o Demônio).


Dois anos se passaram desde da morte do rei e o Império Aburame marchava novamente naquelas terras. 30 mil soldados imperiais estariam diante de 15 mil Senshis. O vale beberia muito sangue novamente, mas essa seria a última vez.



quarta-feira, 6 de novembro de 2013

E daí?

Foda-se se elas passam fome, eu não ligo!
   
   Na verdade me importo sim, mas fico cheio de raiva quando alguém diz para mim que tem gente em situação pior. Sei que isso motiva a muitos, mas para mim é só mais um motivo para desistir e cair na depressão. O mundo é uma bosta e será assim sempre. Sempre haverá algo para lhe causar mal e estregar a sua felicidade. Engraçado também é que o filho da puta estraga meu dia me lembrando de minha impotência e solidão (só tem fdp por ai e eu não sou um, logo sou sozinho) e sai feliz e satisfeito por ter criança morrendo por ai, e ele, assim como eu, não vai fazer nada. Eu por me sentir impotente e fraco e ele por ser um simples filho da puta mesmo.

   Aos bons samaritanos que fazem e dizem que devo ajudar e que ele faz a sua parte, eu parafrasearei bart simpsons: parabéns seus perdedores, por não resolveram nada, as pessoas continuam morrendo de câncer e adis por ai*. “Ah, mas eu mudo a vida de um”. Está bem, digamos que seja verdade, só que surgirá 20 no outro dia morrendo do mesmo jeito. Fraqueza e impotência (‘-‘ impotência de poder mudar as coisas) é o problema, melhor fazer o meu resolvendo o que me incomoda em meu mundinho e ser feliz. Foda-se, não vou ser feliz ajudando um ou dois (preciso de todos), se você, então é meus parabéns. Melhor gastar meu tempo com aquilo que posso resolver. Sabe o que melhoraria as coisas? Se todos começassem a buscar melhorar e depois passasse isso para fora. Nada muda porque a maioria é e sempre será uns merdas olhando o próprio umbigo. “Mas você está fazendo isso” Cala a boca e vai se - que você não me conhece, talvez fique melhor se substituir “em meu mundinho” por “ao meu redor”.

   “Ah! Por isso fica desse jeito, todo mundo pensa assim e não faz nada”. Duvido que pensem assim, a maioria ama dar exemplos de uma vida “pior” e depois sai saltitando. Talvez esteja certo lutar para o câncer e aids, contra isso eu até poderia lutar (like a scientist), mas depois veremos os que não têm dinheiro o que farão para comprar a cura. Só que, no que diz respeito a fome, a culpa não é minha ou do amiguinho que lembra disso, nem do capeta, aqueles que podem de fato resolver nunca resolverão, se é que existem esses. Talvez a culpa seja deles, trabalhe porra, ou talvez da nossa maldita natureza e a maioria não consegue fugir dela, então fode tudo. De novo, mude você e sua atitude, torne o seu meio aquilo que deseja e se todos sem exceção fizer, ai as coisas melhoram. Todos, ou seja, nunca vai mudar.

   Voltando a questão. Tenho a impressão de que dizerem “podia não ter um braço como o José” (as vezes isso nem incomoda o tal do jusé), acabam deixando o seu problema de lado e deixam aquela solitária(parasita) crescer até ela o fuder. Deixar o problema de lado é bom, mas nos momentos certos, naqueles em que vai ter os seus bons tempos, mas precisa resolver as suas tretas. O certo é ver todo problema como pequeno. Um simples “você vai sair dessa” é melhor do que o que dizem geralmente, mas não lembro de quem disse isso, ninguém nunca diz, até um você vai se fuder é melhor! Pelo menos eu dou risada.
   
   Ver o problema dos outros como maiores não faz ver o seu como menor, mas como sem importância e ,então, passam a conviver como a tênia e o hospedeiro. Com o tempo a tênia começa a crescer e agravar o infortúnio do hospedeiro o deixando cada vez mais apático, cada vez mais ferrado. Como resolver algo ruim se você se convenceu de que aquilo não é ruim e ainda é egoísta e escroto por se importar com sua tênia de cm enquanto o do amiguinho é de metros, só que no futuro a sua cobra ;).


   É isso, queria que muitos filhos da - lessem isto, mas não vão ler, vão ler aqueles que não precisam xD. Pior é quando a frase é agraciada com uma imagem. Ai meu saco!


* Quando falava sobre os heróis do cinema e da vida, Bart disse ao Milhouse: "As casas continuam pegando fogo, e as pessoas continuam morrendo, os heróis de verdade são o Stallones, os Schwarzeneggers e em menores escalas, os Van Dammes".
- Não consegui deixar todos os palavrões =\

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Trágico!

“Quando se percebe que tudo é uma piada, ser O Comediante é a única coisa que faz sentido.” – o  Comediante, watchmen.

   Sempre vi o humor e a tragédia como a mesma coisa, mas não sei o porquê (nunca organizei esta ideia). Até o humor do gosto de todos, em uma situação normal (ou real), seria uma tragédia. Por exemplo, o cara do A Praça é Nossa que tenta dá uma de esperto com a garota e acaba com o marido dela levando ele. Seria algo trágico para o brioco dele.

   O cinema e o teatro (que de certa forma onde isso começou, eu creio) só possui esses dois únicos estilos, a tragédia e a comedia que no fim são a mesma coisa. O que faz uma peça ou filme ser de humor ou drama são aqueles que interpretam a história. Depende de como o personagem encara a situação, do caminho que a representação (ator) dá a trama. Por exemplo, uma mulher feia e sem dentes pedindo esmola com a filha, se isso fosse na sua esquina dirá “a que dó”, mas como é no Zorra Total alguns riem ou acha bem humorado.

   Quem já entrou no site do Mundo Canibal e viu vídeos como partoba e alguns outros, sabe que a vergonha e sofrimento alheio é muito cômico. Ver alguém se acidentar é o suficiente para arrancar risos, e mesmo que esse acidente seja fatal, ainda há os sádicos que riem em público e aqueles que guardam o riso para si e os que, além do infeliz acidentado, transforma aquilo em tragédia. Uma situação, dois lados, a tragédia e a comedia. Por que alguns levam para o humor e outros não?

   Ser engraçado ou trágico também depende de quem ver.  Aquela tragédia pode atacar a alguém de forma direta, tipo bullying, ou ser algo que aconteceu na vida dele e que não traz boas lembranças e ainda tem aquilo que ele considera acima de tudo e todos e intocável como o racismo. Outra coisa seria a compaixão, ou se imaginar naquela situação, mas rir não significa que alguém não esteja ajudando ou se pondo no lugar do outro. Havia outra coisa que esqueci ‘-‘. ouvindo musica e lembrei da rose ><


   Enfim, os autores e atores de uma trama na vida ou teatral podem ajudar a dizer como se deve levar uma situação em um momento, mas o que de fato faz algo engraçado ou triste é quem assisti. Esse autor e ator pode ser você mesmo, por isso acho minha desgraça engraçada ou a dos outros, mas nesse último caso, eu nem expresso meu humor controverso. Se é para se f***r, então que seja sorrindo.