domingo, 28 de julho de 2013

Sonho

Era noite e um menino de 13 anos, com capuz branco e camisa azul e um amigo vestido de verde, entram montados em uma floresta e fugindo ferozmente. O cavalo do garoto era amarelo e atrás deles vinham 6 cavalos falantes; na corrida inteira ouvisse gritos de entusiasmos como “pega ele” “corre” “vamos”; O garoto expressava preocupação com sua testa franzida e não parava de falar de um elefante branco. Cruzavam a floresta e os perseguidores se aproximavam cada vez mais. Agora o dia estava roxo, estava amanhecendo, e eles saem da floresta e dão de cara com um penhasco. Havia um caminho para direita e outro para esquerda, o garoto de azul vai para direita e o de verde para esquerda, os perseguidores se dividiram em trio e mais uma vez em meio a gritos de estimulo eles se aproximavam do garoto, mas o cavalo amarelo era mais rápido e no chamado do garoto ele acelerava e voltava a se distanciar. Apareceu um cavalo verde que os três outros chamaram de Tártaro e diziam que agora o garoto não iria escapar. Tártaro já estava lado a lado e tentava jogar o menino no rio abaixo, mas, mais uma vez, aos gritos do garoto ele consegue se afastar.

O cavalo amarelo assumiu uma distância confortável e agora o cenário era outro; era dia e saindo da floresta entravam em um deserto onde a única coisa que se via era um trilho de trens e algumas arvores mortas ao longe; o cavalo amarelo passou a correr pela areia e os perseguidores no trilho, muita poeira amarela era levantada pelo cavalo do garoto de azul que correu até um abrigo e voltou o caminho feito, mas por dentro da fumaça. Os quatro perseguidores não viam o horizonte por trás do abrigo e continuam a seguir o trilho. O garoto volta a entrada da floresta e olhava para umas árvores negras e escassas ao longe e agora comemora. Ele puxa um livrinho negro e lê a última página de trás para frente.


Uma garota completamente rosa e esquia conseguiu fugir dos perseguidores. Ela caiu com a cara em uma poça em um lugar desértico, mas com poucas árvores de cor negra. Quando se levanta lê de trás para frente o fim de um livrinho de capa negra. Naquele mesmo lugar surge um duende sorridente e medonho que começa a fazer perguntas e a garota muito furiosa sempre respondendo não; “você foi para lá pelo ouro?” “Pela boneca?” “Pelo seu rei?” - Não vá, espere – grita o duende tristonho agora. Quando ela chega na entrada da floresta onde tudo começou, ela tropeça caindo de cara mais uma vez e grita com raiva: - FOI POR CAUSA DA PORCARIA DE UM ELEFANTE DE GUERRA, SATISFEITO AGORA?