quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Eu vejo vocês mais tarde

Sei que pouca gente lê e ninguém segue constantemente meus posts, mas deixarei aqui registrado que me ausentarei. Não tenho tempo suficiente para acompanhar os blogs que gosto e nem de escrever as coisas que escrevo. Talvez em algum momento eu posti algo, mas não produzo mais como antes por causa do tempo.

Peço desculpas pelos meus 3 últimos posts, particularmente não gostei deles, mas era o que tinha escrito e fariam esse aqui ser o 100º post.

I see you later...

Ódio

Nos últimos 3 posts eu escrevi muito a palavra ódio e era ele o motivo dos textos, mas o que seria ódio? Eu escrevi sobre, mas vi uma definição bem interessante e diferente, talvez uma hora eu mostre....

Ódio

   O ódio é um sentimento tido como ruim, que causa aversão ou ira a algo ou alguém e um certo desejo de arruína-lo.

   O ódio é visto como o oposto do amor porém esses dois sentimentos conseguem mover alguém a atos incríveis ou incomuns para pessoa, sendo em ambos atos vistos tanto como bons tanto como ruins. Assim como o amor, o ódio parece ser o conjuntos de vários sentimentos e atitudes colocadas em uma palavra. Com o ódio vem a raiva, o desprezo, ações cruéis, uma cara feia, rancor e talvez outras coisas que não consigo compilar.

   O ódio pode ser uma raiva que é conservada e que sempre vem à tona ou domina a vida de alguém, como um plano de vingança ou exatamente uma ideia de vingança. Ódio é sentir raiva sempre que escuta o nome de uma pessoa. O problema é que não conheço uma raiva que não passe, sempre é passageira, basta fechar os olhos para passar, o ódio é pintado de outra forma, é como uma cólera eterna. De uma forma ou de outra, ele parece surgir apenas pela raiva.

   O ódio traz com ele o mesmo problema da ira. A ira o cega, agir irado é tolice porque reduz a capacidade de analisar e acaba levando a fazer a coisa errada, mas o ódio é pior, pior porque ele se estende e a ira é algo de um breve momento. Enquanto a revanche da fúria é só no exato instante a do ódio pode ser pensada e acabando a algo até pior. Talvez seja nisso que raiva e ódio são diferentes, a raiva ao passar não haveria possibilidade de vingança (a depender), mas não com o ódio, já que é constante sempre há a vontade de atacar. Ou a raiva se tornaria constante e passaríamos a chama-la de ódio.

   Disse que o ódio trazia consigo o problema da ira que é a cegueira. Não só me refiro a tomar a melhor decisão, mas o ódio pode fazer com que se passe a deturpar a imagem e atos de alguém para si mesmo, enxergar o outro ou as coisas da forma que elas não são. É esse motivo que me faz não querer odiar e para minha sorte não o conheci plenamente. O ódio pode esconder a verdade.

   Penso no que se pode aproveitar do ódio e não sei exatamente, talvez seu único benefício seja levar alguém a atos que ela não faria e alguns a tragam algum bem, assim como o amor faz (faz o contrário também), mas não sei se é vantagem pelo problema que ele pode causar.






A Trindade do Ódio (Falta de Liberdade)

Falta de liberdade

A Trindade do Ódio


   Não odeio ninguém, mas já odiei e passou. Essas três condutas são as coisas que conseguem ou um dia conseguiu despertar esse demônio perigoso chamado ódio, ao menos o vejo assim. Quem nunca ficou puto por não poder fazer o que quer?

   FALTA DE LIBERDADE: Não poder fazer o que se deseja, não poder tomar as próprias decisões, censura.

   Ninguém é livre, sempre há algo que nos prende. Somos animais e estamos em algum momento preso a coisas instintivas, naturais, talvez possa dizer automáticas; precisamos obedecer regras e aceitar obrigações sem nem mesmo ser perguntado se queria, precisamos ser responsáveis com os outros e às vezes criamos nossa própria cela. Mas a falta de liberdade que comentei não está ligada a essas coisas, até porque não nos separamos 100% da natureza, mas tudo bem porque é necessário para sobreviver, as leis não são um problema porque “garante” que poderemos viver bem, e ser responsável com os outros pode gerar um certo prazer.

   A falta de liberdade que me refiro seria aqueles momentos em que alguém deseja fazer algo, mas uma outra pessoa o impede de fazer por puro egoísmo, vaidade. Um exemplo é um pai que não quer ver o filho sendo músico e sim médico quando o desejo do filho é seguir o mundo da música. Os nossos desejos nos mantem vivos, ou melhor, correr atrás do que queremos nos mantem vivos, fazer o contrário gera desgosto, falta de realização, tristeza, essa tal censura sem motivo pode causar dor. 

   Onde surge o ódio? Mais uma vez na raiva. Com o exemplo do filho ainda, o filho que queria ser músico poderá ter raiva do pai, pior ainda se der outros motivos e censura-lo ainda mais, e da raiva pode vir o ódio com o desprezo.

   Não sei exatamente porque receber um não sem motivos sobre algo que diz respeito só a você e sua felicidade e desgraça sem atacar a outros, acaba gerando raiva. Mas não poder fazer o que quer sempre incomoda, irrita, talvez doa, perdemos a chance de se sentir realizados, de pensar que é valorizado em algo.

   Como as outras duas pragas, injustiça e traição, a falta de liberdade também pode trazer uma tristeza extrema. Pensei em um homossexual que não pode ser quem é por causa de seus pais e isso poderia leva-lo ao suicídio (não é um exemplo tosco, é verdadeiro).

   Talvez essa falta de liberdade possa está ligada a injustiça, e de forma mais difícil, a ser forçado a trair seus desejos (não falei sobre trair a si mesmo), droga eu queria ser músico, mas não necessariamente. Enfim, entre as 4 coisas que me irritam, aqui acaba uma breve reflexão do porquê essas três coisas me deixam com raiva ou despertaram o ódio.

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

A Trindade do Ódio (Injustiça)

Injustiça

A Trindade do Ódio


   Não odeio ninguém, mas já odiei e passou. Essas três condutas são as coisas que conseguem ou um dia conseguiu despertar esse demônio perigoso chamado ódio, ao menos o vejo assim. Não consigo lembrar de quando me senti injustiçado, mas já ocorreu. A injustiça dói, cria a raiva e a vontade de vingança (justiça), e talvez o ódio.

    A INJUSTIÇA: Receber algo inferior ao merecido. Como dizem os dicionários: é a falta de justiça. Não ganhar o que é de direito ou esperado.

   A injustiça pode resultar em raiva e o desejo de destruir algo ou amargura e a tendência a destruir a si mesmo, com as consequências a depender de até onde vão as emoções raiva e amargura. Ela (a injustiça) expõem aos olhos a realidade de que o indivíduo é frágil, o lembra de que não tem tanto valor quanto pensa, daquela velha história do universo imenso para o pequeno homem menor que um grão de areia, mostra que não é especial, ao menos não como seu ego queria.

  A justiça seria a forma de retomar o sentimento de valor. Se alguém tem o filho assassinado quer o bandido preso não porque terá seu filho de volta, mas se o bandido estiver preso ele não fará o mesmo com outros e traz um sentimento de que se é importante e valorizado pelo seu grupo, estado...

   A injustiça leva a raiva.  A raiva talvez apareça para levar o indivíduo a reagir e buscar o que diria ser justiça. A raiva vem para uma atitude imediata, talvez para nem deixar o ego ser ferido, na ira um homem traído pode matar o amante de sua mulher e se sentir potente. Ou a injustiça causa raiva porque também ataca o ego, traz a sensação de falta de valor ou até fragilidade, perde-se um “sentimento de potência”, daí, mais uma vez, vem a vingança como forma de sentir-se potente novamente. A raiva parece vir do sofrimento e surge para criar a vontade de se recuperar, ignorar de certa forma a realidade da condição humana. Ela acumulada faz nascer o ódio.

   Vingança é justiça, mas justiça não é necessariamente uma vingança. A vingança dá a entender que e algo planejado e que consumira de alguma forma quem pensa nela, seria um plano que busca a justiça quando se odeia alguém ou algo. Ela só pode surgir quando a consequência é a raiva, mas não quando a injustiça causa angústia.

   Quando o injustiçado cai em aflição ao invés da raiva, ele se torna apático em relação a injustiça ocorrida, pode perder a vontade de buscar o que é seu, fica com a ideia de se ela vier é bom se não vier tanto faz, isso porque aceita que não é especial, talvez de forma extrema. Se a amargura não for exagerada ele busca pela justiça, mas de forma diferente, sem o ódio, talvez aparentando sem energia.

   A ingratidão também pode ser considerada uma forma de injustiça. Por exemplo, uma mãe que faz tudo pelo filho e não recebe seu reconhecimento e sim grosseria da parte dele quando o esperado seria gestos de apreço e agradecimento, recebendo o contrário do que se esperaria soa como injusto. Não vejo o exemplo da mãe causando o ódio, mas a relação entre patrão e funcionário poderia resultar em raiva dando espaço ao ódio e a vingança.

   Talvez todos não queiram se sentir fraco, apesar de alguns o ver como uma virtude. Observando o ódio como único problema a injustiça não é tão formidável quanto a traição, algumas pessoas se irritam com dificuldade o que é meu caso, eu estaria mais para deixar quieto, mas podem se encontrar, um ser a causa do outro (a traição causar o sentimento de injustiçado), ou terem caminhos semelhantes. Além disso tem tanto poder de destruir alguém quanto a traição, através do vazio que poderia causar (se realiza que está só e é mais fraco que pensa), porém parece que a injustiça leva a tristeza menos do que a traição.


quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Saudade

Sinto falta de você
De ouvir a sua voz dizer que eu sou o seu amor
Fico lembrando quando olha para mim e sorrir sem pudor.

Sonho acordado com você
Imagino você dormindo embaixo de meu carinho
Sentindo o seu calor.

E Preciso do seu beijo que me traz todo tipo de sentimento,
Trago um riso bobo só em ouvir a sua voz.

A saudade me traz lágrimas
Mas elas somem quando penso que a terei de volta
Quando lembro que disse que estará comigo para sempre.

Perdoe-me quando sou chato ou quando lhe irrito
O que sempre quero é lhe fazer feliz
Ver seu riso meigo e encher meu peito de amor

Na cama a saudade me tira o sono
Fecho os olhos e sussurro em seus ouvidos “minha princesa”
Mas você não está para me abraçar.


‘Eu sinto a falta de você, me sinto só’

domingo, 4 de agosto de 2013

Liberdade

Se há algo que dói, e pode ser um motivo de briga, é quando alguém ataca a sua liberdade. Um dos grandes problemas da relação entre pais e filhos adolescentes está em querer obriga-los ao invés de fazê-los entender, claro que isso é mais difícil, porém mais efetivo porque o ensinará de fato e não corre tanto risco de ser traído pelo seu próprio filho. A primeira coisa que diriam é que o problema de explicar ao filho as consequências, e o porquê de não se fazer algo, é que ele não ouviria e faria. Na verdade não, isso ocorre geralmente quando ele está acostumado a ser forçado e mesmo assim obrigar não funciona também, a curto ou longo prazo, uma hora ou outra ele trairá. Explicar e aconselhar não terminará em briga. Porém há sim momentos em que os pais devem ser duros, principalmente quando seu filho está sendo influenciado, mas é preciso saber quando e não deixar o diálogo de lado. Cabe aos pais também respeitar a vontade de seus filhos, eles precisam errar, precisam de suas experiências para aprender, precisam fazer suas próprias escolhas. Desse jeito foi minha relação com minha mãe e ela nunca teve muito com o que se preocupar, nunca me impôs nada e só espera que eu possa cuidar de mim mesmo no futuro.


Comigo, deixar fazer o que quer vale para qualquer relacionamento. Mesmo que doa procuro dá liberdade para quem está comigo, mas cabe a pessoa não pecar, seja contra mim ou outro. No fim serei um otário (atrasalado), mas não consigo dizer "não vá" porque estou com ciúmes e paranoico. As vezes o respeito ao desejo alheio cai no confiar e então é arriscado porque pessoas traem e mentem.