segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Consciência


Esse foi um sonho que tive que falava sobre a consciência...

Por uma fresta e às de um ângulo que parecia de uma câmera de segurança, via em uma sala, que parecia e era um laboratório, um chimpanzé sentado em uma cadeira com uns aparelhos em sua cabeça e atrás dele uma cadeira no sentido oposto com um braço mecânico no lado direito.

Um cara de branco entrava na sala e às vezes dizia algo, mas não vou falar dele.

Já era possível passar a consciência para uma máquina e nesse experimento iriam "compartilha a consciência" ou “expandir a consciência” do chimpanzé. A colocariam no braço. Ligaram uma máquina e a coisa começou, a consciência do macaco "estava no braço mecânico". Na verdade, era como se fosse o braço dele, não mais um braço, mas seu próprio braço direito. Porém ao mexer o seu braço de chimpanzé para pegar uma banana o braço mecânico não se mexeu.

O esperado não havia acontecido. O braço mecânico deveria ter mexido também e da mesma forma. Então, partiram para o segundo teste.

Agora era com um olho artificial no lugar do braço. Ele se parecia com aqueles óculos de visão noturna. O chimpanzé sempre gritava quando via uma luz azul. Com a máquina ainda desligada, acenderam uma luz azul na frente do primata, que fez barulho. Depois acenderam a luz atrás do macaco, para onde o olho artificial apontava e o macaco não reagiu a luz. De terceira ligaram a máquina de expandir consciência e o olho, era como se fosse dele ou o dele. Acenderam uma luz azul onde só o olho artificial podia ver e o macaco gritou.

No sonho mesmo um dos caras de branco deu a conclusão do experimento. Concluíram que não era a nossa consciência que determinava diretamente as nossas ações, havia algo responsável pelas ações além disso chamamos de eu, porém não sabiam como esse algo interagia com a consciência e segundo, a consciência sofre estímulos do ambiente, ela se cria e recria interagindo com ele e dessa forma talvez até mude o comportamento desse algo.

Fique claro que isso não tem fundamento cientifico, provavelmente, e não é minha opinião, foi apenas um sonho interessante.


terça-feira, 17 de setembro de 2013

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Amor cristão, de novo (relato)

Well, well, well. O que se sabe do amor nos corações dos seguidores de cristo? Digo o amor que eles pregão...

Na minha família me declarar ateu não causou problemas e intrigas. “Declarar” porquê só disse a quem importava, talvez a maioria não saiba. Talvez ficou tudo bem porque eles me conhecem, não forma preconceito diferente de fora e por isso, com exceção da internet, por ai eu acho melhor esconder isso. Fui pego de surpresa com a leve opinião deles sobre os ateus.

Bom, foi algo aparentemente inocente como "Não se misture!" "São igual a ele" (meus amigos em ralação a mim). "Esse povo tem filosofia de homens" (como se pedras ou macacos filosofassem, macacos talvez depende da definição rs). "São gays" (oO what the fuck?) e coisas assim, mas que apelava para o mantenha a distância (engraçado que não se referia a mim).

Parece inocente não é? Mas pregar segregação nunca foi algo bom. Já falei muito disso aqui e envolvendo os dogmas. Sofri muito por isso.


Falando em gays... ainda não entendi a relação ali encima, mas... Ainda ontem, falou-se da parada gay. Concordo que aquilo é uma bosta e corrompe a imagem dos viados (digo homossexuais). Porém, quando o cristão diz "sou forçado a aguentar isso..." "aqueles vagabundos" e coisas assim... Usam disso para negativar todos os gays e justificar porque os odeia, ou não gosta, é contra, enfim... Imagino que da maioria deles (tenho em mete uns filhos de cristo que não seriam assim) se tivessem poder tocariam todos na fogueira, os que curtem a putaria e os que não curtem. Ah! Talvez daí venha aquilo... generalização, ateu também vai para fogueira...

Rosas Negras


quero desistir de você.. mas não consigo.. deixar de me importar.. suas palavras me magoam.. mas é assim.. na alegria e no infortúnio.. a amizade, o amor, não deixa eu desistir de você.. só queria poder ajudar.. lhe fazer feliz.. não posso.........................
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Ciúmes

Não sinto ciúmes, e como consequência inveja (isso não é bom, depois digo o porquê). Muita gente dúvida disso até me conhecer, claro. Na verdade não conhecia esse sentimento por experimentação até o ano passado quando conheci uma garota com a qual me relacionei, daí então ela me deu motivos para isso. Talvez ela tenha agido daquela forma por inocência, tem gente que riria ¬¬ , talvez por vaidade, talvez por ainda não ser tão sério e ela não ligar para o que eu sentia, mas enfim. Fui atacado por um coisa, sentia raiva pelo que não sabia se tinha acontecido, montava coisas em minha cabeça, me sentia muito mal. E então deduzi que era o tal ciúmes.

Levou muito tempo, mas a pouco essa coisa voltou, e pior. Pesquisei um pouco sobre, se chama ciúme patológico. Você fica louco por uma mínima coisa não explicada, você fantasia talvez absurdos, que podem ou não ter acontecido, tem vontade de invadir a privacidade do outro, de vigia-lo como louco.

Sua paranoia sendo verdadeira ou não, não ajuda em nada. Ela cria algumas coisas indesejáveis, coisas que evitei por procurar saber o que era isso e como parar. São essas coisas: Brigas bobas com quem gosta, o que consome a vontade de estar perto ou magoa sentimentos, perda de tempo, procurando apurar sua paranoia e outros males. No fim, consome o relacionamento, eu acho rsrs.

Optei por deixar à paranoia, mesmo que seja verdade. O que ela faz é tirar o tempo que poderia estar feliz, e não quero que nada atrapalhe meu relacionamento. O que fiz foi pesquisar sobre ciúmes, é até bem interessante, e as opções para o tipo de ciúmes que falo é buscar ajuda para trabalhar a autoconfiança (apesar de ser pessimista não creio que seja meu problema, se não o ciúme seria mais intenso, mais presente), agir com a pessoa que causa o problema na origem da desconfiança e ocupar o tempo perdido com a fantasia (tocar o foda-se), e isso que fiz, obtendo êxito.

Não vale a pena se corroer em ciúmes. Se for verdade você ficará infeliz, se for apenas imaginação corre o risco de acabar com o que tem e ficar infeliz. O melhor é não alimentar algo assim e aproveitar os bons momentos, até porque, é muito difícil esconder algo para sempre de alguém, mesmo que o outro não queira saber.



domingo, 15 de setembro de 2013

III - A Fúria Negra


   

   Com o horror ela, Alice, agarrava-se forte ao braço de Arthur. Todos só foram tirados de seu transe quando ouviram uma gritaria. Os dois partem para fora da sala junto a seus colegas. De cima assistem a uma cena pavorosa, criaturas com os rostos sem pele com os músculos da fase visíveis e alguns apenas caveiras entraram no prédio.

   Dois seguranças disparam contra os seres, mas sem sucesso. Não demorou muito para os bichos de expressão sádica decapita-los. Quem estava no térreo corria sem rumo, não podiam escapar. Arthur e os outros só se moveram quando uma mulher que subia desesperada às escadas caiu próximo a eles e foi esfaqueada por 3. Os bichos se deram por satisfeito e se viraram para o grupo. Gritos... uma parte volta para a sala e o resto e Arthur correram pelo corredor. Alguns foram vitimados e alguns se esconderam em salas. Arthur e ela chegaram ao fim do corredor e deram em uma área aberta, o estacionamento. Duas daquelas coisas vinham e não os dava outra escolha. Arthur pula e depois Alice também, mas em seus braços. Como queria aproveitar aquele momento, mas não podia. Uma das criaturas pulou, Alice se afasta e Arthur é forçado a se defender.

   O bicho estava encapuzado e ria para ele, Arthur correu em sua direção e o agarrou caindo ao chão por cima dele, mas seu braço é segurado com força e Arthur é arremessado na parede. Alice só grita e leva a mão a boca, enquanto Arthur tenta se levantar, mas a criatura salta em suas costa e senta sobre ele, puxa seu cabelo para deixar sua garganta à mostra, levanta a faca, mas antes que pudesse dar o golpe fatal, uma estranha bola negra envolta em raios atingiu o ser maligno, que ficou derretido e grudado na parede.

- Mas como você é fraco... – Suou uma doce voz no ar – Não faça com que eu me arrependa.