quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

O sonho do jesus esquisito

Um homem de barba bem longa e preta e cabelo curto estava sentado em um ônibus. Ele também vestia-se com uma roupa estranha, marrom, parecia um vestido e aparentava sorrir. Um homem parecido com ele, mas de aparência mais rude senta ao seu lado.
O homem diz para o que chega:
- olá escolhido.
- Escolhido? Para quê?
- Você é meu escolhido que tanto espero.
- Escolhido? Nem me conhece.
- Acredite. Seu passado é irrelevante comparado ao seu futuro.
O "escolhido" sorrir e levanta-se desacreditado.

Agora, à noite, o homem sorridente tinha o que parecia ser uma igreja. Ele dizia a alguém que não aparecia na cena que não se preocupa-se porque o plano corria bem e o dinheiro recolhido estava sendo devolvido naquela noite mesmo sobre algum pretexto que não lembro e a única perda tinha sido uma peça de mármore que teria de pagar depois.

Eu estava indo para o ponto... Engraçado, com a roupa que estou agora. Era o ponto mais próximo de minha casa, bem perto. Não sabia qual ônibus ia pegar, não sabia o nome do lugar, mas sabia como era o ônibus, era o que pegava para ir ao sesi quando estudava no ensino fundamental. Só um detalhe, esse ônibus não passa nesse ponto. Era de tarde e fazia sol, mas tinha uma proteção, preferi ficar em um porte ao lado de uma bela garota.


O homem sorridente do ônibus estava fazendo seu culto e um tumulto se formava lá em baixo. Parecia uma praça medieval em um deserto e um exército subia às escadas de pedra. 5 homens se manifestaram, eram guerreiros, pegaram espadas, escudos e lanças e um moreno disse que ficassem tranquilos. Eles se bateram na escada e 4 deles desciam as lanças nos invasores. A voz do estranho desconhecido falou novamente: - vamos deixar? O que vai acontecer? – o sorridente responde: - não se preocupe, ficaremos bem. Depois de um tempo o sorridente manda os 5 pararem. O líder dos invasores sobe as escadas, sorrir e diz: – Ora, Ora, se não é o meu escolhido.

Enquanto o tumulto prosseguia, uma velha de uma janela grita para uma garota que descia de sua janela por uma escada de palha. "Acordando a essa hora?". A garota não dá atenção, bate na bunda de alguém do culto, o que é estranho devido a distância; o culto ocorria no alto e a sua casa era mais baixa. e sai para o mercado daquela cidade medieval no deserto.