sábado, 15 de fevereiro de 2014

ARTHIUS - ENTROPIA MULTIVERSAL

Bem... Os que me conhecem sabem que não sou fã de leitura nem de escrita, porém achei relevante compartilhar essa história... A origem da mesma é um sonho complexo que tive (trate este texto como uma adaptação). Fiquei tão intrigado com aquilo que achei injusto algo tão rico em detalhes não possuir continuidade.

Pois bem, aqui vamos nós em mais um escrito louco feito por mim. Lembre que apenas este primeiro capítulo é relacionado ao sonho que tive, se houver continuação (e houve) a mesma será totalmente inventada por este ser feio e sem criatividade que atende pelo nome de José Carlos. Decidi criar um "protagonista" para melhor adaptação da história...

Primeira vez postando em blog, que brisa... kçkçkçkç


CAPÍTULO I - PRÓLOGO?


Olá, como vai? Foda-se, não estou nem aí. A história é sobre mim, mas quem sou exatamente?

Bem... Lembro vagamente de coisas acerca do meu passado. Meu nome é Maori e tenho catorze anos. Não me recordo dos acontecimentos até este ponto. Começo a caminhar sem rumo com a esperança de encontrar respostas sobre minha origem...

Quando dei-me conta estava cercado por paredes rústicas, algo como um antigo templo. Depois de uma certa caminhada encontrei uma sala bem ampla (acho que era o centro daquele lugar, julgando pelo espaço e a arquitetura bem trabalhada). Ouvi sons do que parecia uma intensa batalha, portanto decidi averiguar sorrateiramente.

Haviam dois bruxos (ou magos, sei lá) lutando no centro do salão. Um deles tinha o rosto em carne viva (lembrava o Freddy), enquanto o outro uma barba enorme e uma aparência deveras clichê de vilão de desenho animado. Enquanto o calor da batalha aumentava, observava atentamente as conjurações de ambos, procurando uma brecha para sair dali sem ser notado (mas como em quase todo sonho que tenho alguma merda SEMPRE acontece). Não tardou para que eu fosse descoberto.


- Quem é você? Perguntou o cara de carne fatiada.
- Essa é uma excelente pergunta! Retruquei.
- Exijo que nos responda! Sem gracinhas, mortal! Disse o barbudo, que já "pegara ar" comigo.
- Me obrigue. Disse num momento "Hu3 Br" (que coisa absurda).


Então, num ato de total covardia, os dois decidiram acabar comigo antes de resolverem suas diferenças. Foi nesse momento que o Zé Friboi murmurou umas palavras estranhas (tipo aqueles encostos) e fez uns passos de dança muito loucos (Michael Jackson ficaria com inveja), invocando um ser com tonalidade variando de azul escuro ao preto. Só que de alguma forma eu conhecia aquela criatura diante de mim...


- O lendário Obelisco... Como isso é possível? Disse, um pouco surpreso. (Quem não o conhece não teve infância)
- Sou um Storn, por isso posso invocar criaturas lendárias. É um direito outorgado à mim pelas próprias Entidades... Nem sei porque estou contando-te isto, morrerás de qualquer forma! Absorva esse mortal insolente ó poderoso Obelisco! Disse o maluco da cara bugada.


Eu - que mal sabia o que significava toda aquela confusão - estava prestes a ser morto por uma fera divina de mais ou menos uns 30 metros de altura. O monstro invocara um buraco negro, abalando a estrutura do salão central. Não sabia o que fazer. Sentia-me totalmente vulnerável diante tamanha onipotência. Mesmo receoso, não desejava acabar desta forma.

Eis que o inesperado acontece. Foi como se minha vontade em permanecer vivo combatesse aquela espiral anti-matéria do ser azulado gigante. Agora dois buracos negros confrontavam-se naquele salão. Tentei concentrar-me para detê-lo de alguma forma e justamente nesse momento o feitiço voltou-se contra o feiticeiro (o monstro, nesse caso). Acabei vencendo aquele "cabo-de-guerra mortal", absorvendo-o...


- Não pode ser! Um garoto magricela desses venceu o Obelisco? IMPOSSÍVEL! Gritou o mago barbudo.
- Seria ele um filho de Arthius? Proferiu o cara de chupa-molho.


Os magos fugiram. Filho de Arthius? O que isso poderia significar? Quem ou o quê realmente sou? Qual o sentido por trás de tudo isto?

Caminhava pelos corredores enquanto minha consciência era afogada por questionamentos. Logo mais tarde encontrei o que parecia a saída do templo antigo. O caminho dava em um grande campo com flores robustas e exóticas, uma paisagem tão bela ao ponto de deixar qualquer naturalista babando...

Após vagar em demasia encontrei uma pequena vila, onde uma imensa árvore fazia sombra. Decidi repousar por ali para pensar um pouco. Fui abordado por um grupo de viajantes:


- Olá, jovem. Está indo para Ninniera? Somos alguns dos muitos que buscam tal cidade em busca da compreensão universal... Falou uma moça de vestido branco que parecia a líder do grupo.


Indaguei-os acerca dessa história maluca de "compreensão universal" e Ninniera. Pelo que disseram essa tal Ninniera era a capital da Província-Estado de Varsaroth (uma das onze províncias do que eles chamavam de Mundo Transcendental) e lá era o berço da cultura e do conhecimento desse mundo.

Consultando um mapa dado pelos próprios viajantes descobri que estava a uns vinte quilômetros da capital e portanto decidi acompanhar os viajantes para quem sabe descobrir mais sobre toda aquela história...

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Bem... O que fiz até aqui foi narrar o meu sonho (sob um outro ponto de vista), descrevendo as coisas que observei. Originalmente publico os capítulos no facebook, mas o Felipe-sama pediu uma força... rs

É isso. Espero que tenham curtido toda essa maluquice.


Obelisco O Atormentador