quinta-feira, 19 de junho de 2014

V - Encontro




   Claudia e Alexandre estavam em um lugar completamente escuro não era possível nem mesmo determinar onde era o chão e onde era o céu. Só haviam umas distintas e curiosas coisas neste lugar: dois bancos de pedras, um em frente ao outro, e ao lado dos dois um alto arco.

   - Olha preto. Esse arco não parece com o do portal azul?
   - Não sei, nem deu tempo de reparar nada.
   - Você que é desastrado, mas sim, é.
   - Mas então, o que fazemos agora? Disse Alexandre enquanto sentava-se.
   - Lê de novo.

Uma voz feminina respondeu:

   - Claudia, não acho uma boa ideia. Não vai querer voltar para aquele lugar. – Era Bianca. - Se não fizer direito, voltaria em um futuro e provavelmente não muito agradável.
   - Eu conheço você?
   - Não, mas ele conhece. – Apontou para Arthur.

  Claudia louca de alegria corre para lhe abraçar e ele apenas esboça um sorriso tímido. Claudia o esmagou por tão pouco tempo que Bianca, quem proferia um cântico estranho, abriu um portal naquele arco depois de alguns minutos árduos.
  
  Eles saíram e o arco voltou ao normal. Estavam agora em algo parecido com uma estepe. Do longe se via montanhas, florestas e a frente uma estrada de terra. No fim daquele caminho, ou no caso deles, o começo, haviam 12 estatuas, sendo 6 em um lado e 6 em outro. Bianca procurava algo na grama alta e Arthur viu Claudia agachada em frente a uma delas.

   - São bonitas não? Veja aquela. Parece um lobo com corpo de gente.
   - É Arthur, mas essa me interessa mais. Olhe para ela.
   - Mas... Essa é você. O que diz ai?
   - Não sei. Não entendo isso.
   - Essa é a estátua da deusa Sheniarya. Representa a alegria e a arte. – Disse Bia enquanto mexia em uma sacola.

   Alexandre: - Você parece ser a nossa guia. Para onde vamos gata? Para o paraíso não pode ser porque só  em estar ao seu lado nele já estou. 
   Bianca o olhou com fúria. – Vamos seguir até achar o caminho para Teby e lá saberemos o que fazer. Você cala a boca e aprenda a usar esta espada, será útil.

   Os 5 partiram. Bianca, a maga, Alexandre, o guerreiro, Claudia, a deusa, Arthur e a futura Alicert.

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Aqui acaba a introdução, ela que foi dividida em algumas partes =D 

IV - Despertar

   

Raphael Lacoste's art

- Mas que porra é essa?
- Calma negão. Precisamos sair daqui. Vem, vamos pelos fundo. 

   Eles saíram em uma rua estreita, como um corredor. Sua corrida é interrompida quando uma sombra enorme passa. Claudia se joga em um buraco e Alexandre se protege atrás de uma lata de lixo. Os dois fazem sinal de ok e quando tentam continuar uma ave enorme pousa e tenta pegar Claudia com o bico. 
   - Faz alguma coisa! Cadê você Alê!? Alexandre vem correndo do fim do corredor e acerta o pescoço da ave com uma espada enorme. 
   - Vem. Não sei para que tanto rebuliço. 
   - Onde arrumou esse treco? 
   - “Tava” ali do lado daquele monstro morto.
   - Acho melhor nos esconder.
   - Concordo. Olha isso tem uma coisa escrita aqui e parece russo. 
   Krug otcritim yavliaietsia i viziet menia v mir drugoi. Claudia leu. - Não parece. É russo. 

   Um portal azul abriu na frente deles. 
  
   - Que isso guria?
   - Parece o portal do diablo. Entramos? 
   - Diablo? Tô fora.

   Não deu para decidirem o portal sugou aos dois e se fechou.

Cap.V


quarta-feira, 11 de junho de 2014

Pela 5º vez! Warface!

Eu tenho uma dúvida sobre sonhos: Eles podem ter enredo? Enfim já é o meu segundo, apesar das coisas estranhas.

Estávamos, eu e minha família, em um ônibus e com eles fazendo a maior festa (como fariam na vida real) só que o lugar era meio incomum para mim, pois só havia gelo, geleira, céu sempre cinza e umas lagoas bem azuis (senão me engano, vi isso no M.A.R.S. hoje). Bom... O ônibus seguiu viagem até sumir da minha vista, mesmo assim comigo dentro dele (Lembro vagamente de estar como sempre fico nessas situações: quieto, olhando para fora deitado nas mãos). Logo após aparece um quarteto de crianças pedalando por esse gelo e querendo ir salvar alguém, eram o Cartman, Stan e Butters (sim South Park! Ué? E o Kyle, claro) bom eu era o quarto garoto. Eles falavam muito, na verdade o Cartman enchendo o Butters e falando mal do garoto, ou pessoa, que seria resgatado, depois o Cartman ficou mostrando a bunda para mim e me enchendo ai comecei a falar fica quieto seu Gordão e coisas do tipo. Eu não consigo lembrar das falas.

Nós acabamos em uma caverna e estávamos jogando cartas só que não era mais em primeira pessoa, eu via o Stan, o Cartman e o Kyle jogando enquanto o Butters ficava quieto, acho que preso. O Butters tentava chamar nossa atenção, mas ficávamos mandando ele parar de encher e com isso ele fazia aquela cara triste (tudo como no desenho). 

Disse nós porque acho que eu era o Kyle, me sentia como ele mesmo em terceira pessoa. Apesar de não gostar do Kyle e Lisa, eu creio que seriam os personagens que diriam se parecer comigo.

Não lembro muito bem como ocorreu a transição, mas deixei de ver os fdps de um desenho escroto (s2) e agora estava eu realmente, usando uma roupa bem conhecida por mim, e dois primos meus e uma garota. Meu primo mais gordo (quem sabe o Cartman porque às vezes até o chamo assim e não só por ser gordo) estava entocado na caverna enquanto a situação que descreverei ocorria. O outro estava só de short como é de praxe e a garota era uma morena que não recordo quem é. Eu e roupa bem conhecida: Era o uniforme de médico padrão do jogo Warface. O médico é classe que mais uso e melhor jogo no coop, sou muito bom com ele; e uso engenheiro em pvps porque sou foda com bombas (sqn). O de short e a garota estavam comigo do lado de fora quando começaram a atirar em nós. Uns caras entravam por uma porta enorme de madeira, eram cqbs (personagem do jogo com doze, os médicos do outro time). Ao invés de puxar uma doze, eu estava com uma MP5 e sentei o dedo junto com os outros 2 nos cqbs que morreram todos, depois comecei a curar, mas um deles morreu, eu ressuscitei (como no jogo) e ficaram perdendo vida e eu sempre curando até que a menina morreu e não consegui ressuscitar. Nem liguei para a morte dela, mas o de short sentiu e chorou e saiu de lá. Eu reparei que eram vários snipers atirando entre a porta. Já que podia me curar, dei um jeito, entrei e matei eles. 

Depois de ter cruzado a porta, eu dei de cara com uma sala esquisita demais para descrever e demasiadamente larga para ser real. Nela havia um colega meu de um curso que fiz. Esse tal colega ficou surpreso ao me ver, aparentemente eu havia desaparecido, e deve ter falado sobre minha mãe.. não lembro bem as falas são as que sofrem mais risco de alteração... Eu pedi que ele avisasse a todos que eu estava bem, mas tinha que voltar pois havia coisas a fazer. '-'

Pronto. Foi isso.


quarta-feira, 4 de junho de 2014

Ghost



Ritual

Esta noite, estamos convocados por uma causa divina
Lembrança - Não
Mas pelas suas perdas futuras

Essa capela de ritual
Tem cheiro de sacrifícios de humanos mortos
Do altar...

Beduínos e nômades
Carregados através do tempo
Através de pestes e fome
Esses papéis antigos de rimas

"Nosso anjo caído artomentado
Foi expulso do céu
Recite agora do texto
Reze para todos morrerem"

Essa capela de ritual
Tem cheiro de sacrifícios de humanos mortos
Da cama do altar
Nessa noite de ritual
Invocando nosso mestre
Para procriar o profano bastardo

"Pai nosso
Que estás no inferno
Profano seja o vosso nome
Amaldiçoado sejam os filhos e filhas
De seus nemesis
Quem são culpados
Venha ao nosso reino
Amém"

Essa noite, estamos convocados pelo Seu demônio profano
Agora comemore
O Fim



Essa capela de ritual
Tem cheiro de sacrifícios de humanos mortos
Da cama do altar
Nessa noite de ritual
Invocando nosso mestre
Para procriar o profano bastardo