quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Os Guerreiros Demônio - Hatamoto


Em um mundo desconhecido existia um recente reino de nobres homens e prospera terra. Os muros altos protegiam os bons cidadãos e o castelo que abrigava o rei. Uma esplêndida e irregular escadaria dava acesso ao castelo.  Acontecia um evento naquele lugar, homens de toda parte vinham ao reino tomar os grãos excedentes. O reino era prospero e tinha muita sobra, porém, nas aldeias mais próximas daquelas terras nada se conseguia produzir.

Uma imensa fila vinha de fora dos portões e subia as escadas do palácio. Ela era supervisionada por vários soldados de armadura completa, que mantenha a ordem. Estava na fila os povos de várias tribos famintas e o rei distribuía grãos de trigo para toda aquela gente. A ponta da fila entrava no corredor do palácio, e lá, o jovem Ran,” o que sabe”, fazia os registros e dava as sacas.

Ran era o braço direito do rei, chefe da guarda real (os Hatamotos). Ran era jovem, muito jovem, cabelos longos e pretos, de baixa estatura e de aparência delicada o que claro, enganava. Portava uma espada na cintura diferente do padrão da infantaria. A espada era de um gume, fina e comprida (katana). Usava, naquele momento, um quimono roxo e cabelo preso.

Ran estava sentado anotando e despachando os famintos que davam os seus nomes e o número de pessoas em sua casa, se mentissem Ran saberia. Ele parecia poder ler a mente, saber o que os outros sentiam. O rei estava caminhando na sala olhando e rindo com alguns soldados até que chega a vez de um homem que chama a sua atenção.
- Nome? – Ran não olhava para ele.
- Davi.
- De onde?
- Bom Pastor.
- Para quantos?
- 14.
- Quem?
- minha filha, esposa e sua família.
O rei grita: - Ran! Esse não pode levar. – Ran levanta franzino as sobrancelhas
- Como assim? O que foi?
O garoto começa a pestanejar: - Por que? Minha família precisa muito, por favor não, o que há de errado?
O rei se aproxima dele que logo fica trêmulo, pois a majestade era mais alto e estava completamente equipado. O rei sorriu por trás do elmo e perguntou: - Como vai Mariana? Irei vê-los depois. Ran, deixe-o levar. O rei sai para organizar melhor a distribuição levando o povo da fila para praça.

Ao fim da tarde as atividades no palácio haviam sido cessadas e continuaria no dia seguinte. No lado de fora das muralhas havia um grande acampamento daqueles forasteiros de tribos distantes, alguns partiriam na manhã. Augusto o rei e Ran, o seu amigo valoroso, estavam próximo ao acampamento junto com o responsável pela segurança daqueles e mais 2 generais.
- Como estou cansado – disse Ran.
Alfredo: Esse trabalho será eterno, todos os dias chegam mais famintos.
Augusto: Há para todos.
Alfredo: Senhor, estava pensando e conversando com o Gelford. Esse povo têm muitas habilidades e poucas delas militares, poderiam oferecer uma boa renda e braços por segurança e logo produziriam algo.
Augusto: Não tenho interesse nisso, vivemos bem com o que temos.
Ran: - Esses homens são animais. Grande parte deles eram da nossa terra anterior, só os melhores homens entram aqui e é por isso que vivemos em paz.
Alfredo: - Expandir a fronteira seria o... – Ele é interrompido pelo rapaz que o rei assustou no palácio.
Davi: - Oi, ah, majestade, eu...
Augusto: - Olá Davi, o que quer?
Davi: - Queria saber quem é voc... vossa alteza.
Augusto: - ah! Chame-me como quiser cara. Eu não o conheço, mas você está com gente do meu sangue.
Alfredo: - Como eu dizia, nós poderíamos...
Davi: - ...então, nós podemos vir viver aqui!
Augusto: - Não, não podem. Não são o tipo de gente para esse lugar, sinto muito. A noite vai cair, Ran! Vamos. Depois falamos disso Senhores.

Alguns dias depois aquela centena de forasteiros haviam ido e duas semanas depois o rei convocara seus 50 Hatamotos e cavalgaram para Bom Pastor. 50 homens de armadura vermelha e de mascaras assombrosas e na frente o Ran e o rei Augusto, os dois com armaduras semelhantes ao dos Hatamotos, Ran de azul marinho e o rei de Preto. Eles trajavam armaduras leves, mas resistentes e elmos de aço (kabuto) Espadas como a de Ran, de um gume. A máscara de Ran era a única de cor diferente da armadura, branca, de semblante sereno e sem boca.




Lord

O Hatamoto seria semelhante a isto



Seguiram em trilhas estreitas pela floresta durante 7 dias até chegar e cruzaram 3 aldeias até chegar na cidade. Os cavaleiros entravam lentamente na cidade e os aldeões saiam de suas malocas de palhas. A vila era cortada pela estrada de pedras, assim como as outras. As casas de palha e paus ficavam nas margens da estrada e não demorou muito, apesar da lenta caminhada, até os cavaleiros estarem no meio dela. Sob os "murmúrios" da população, o rei parou em frente a uma taberna e liberou os homens para andar pela cidade. Perguntou lá mesmo por Davi e foi até sua casa.

Augusto estava sentado no meio de uma grande mesa quadrada e não usava seu elmo e máscara, e com ele estava algumas mulheres jovens e mais velhas. - Vocês estão bem, não acredito que passaram. Não entendo porque não fiquei com vocês.
- Pois é, que pena, a muito não o via. Você é o quê? Manda neles? - Perguntou uma garota de cabelo cacheado e vermelho.
- Pois é Mariana, a muito... Sim, sou o Lord ou Rei das suas terras, o invencível Basara.
Uma senhora que entrava e saia da sala disse: - Achei que nunca mais o veria meu filho.
- Sei, nenhum dos nossos morreu, engraçado. E vocês? O que são? - sorriu o rei. - Soube que você é mãe, Mariana.
- Ah! Meu amor, a mesma coisa de sempre, sendo escravizada.
Davi aparece do canto: - É, vivendo miseravelmente. Fomos assaltados.
Ina: - A vila toda foi.
Davi: - Sim! Os miseráveis levam nosso trigo e para termos um pouco precisamos dar o que produzimos ou extrair minerais em uma mina deles aqui perto.
Augusto: - Eu posso resolver isso! Não se preocupem.
Davi: - São muitos, uns 60 e estão em um forte.
Augusto: - Ah! Não me faça rir. Venha comigo, cara.

Os 52 homens e mais 8 aldeões cavalgava lentamente e andava em direção ao forte.
Davi: - Ali meu rei.
Augusto: - Não sou seu rei. Sabe que minha espada clama por seu sangue. Vocês da vila fiquem aqui, eles já nos viram. 
Continuam a caminhada à cavalo até que um zumbido soa e um projetil rasga o céu e rouba a atenção de todos. O projétil grava-se na armadura do rei deixando todos em silencio por uns instantes. Um dos soldados começa a rir e logo todos são contagiados pelas risadas, menos o Ran. O rei tira a flecha e dá a ordem. "Homens! Avançar!" Em meio a gritos de bravura os 52 avançam e entram facilmente no forte.

Os bandidos não vestiam armadura e usavam arco e espadas longas e de dois gumes, os Hatamotos bradavam rapidamente suas espadas leves e de um corte. Era incrível, aqueles demônios derrubavam um a cada movimento, enquanto os ladrões mal conseguiam desferir um ataque e mesmo assim as armaduras pareciam impenetráveis ou absorver os golpes. Sem nenhuma baixa para o rei, o ultimo bandido caiu no topo da fortaleza. 

As sementes estavam nas masmorras
- Veja meu anjo, muito trigo.
- Sim. Tem de umas 4, se deixar de lado o que já foi consumido. - Disse Ran
- Ah! Raiva! Como iremos distribuir?
- Partes iguais de forma proporcional para os que foram assaltados
- Gênio... Cuide disso, por favor. O que faz os outros, Galford?
- Pilham ouro e o que tiver, meu senhor.
- Ótimo!

O trigo foi dividido e preparado para ser escoado. A noite tudo estava pronto para partida. O rei, Ran, Galford e Lanza, ficaram nos aposentos do líder da tribo, Um senhor de 80 anos chamado Clovis. 
Clovis: - O que fizeram foi incrível! Precisamos disso por aqui.
Augusto: - Isso que queria saber, como fazem a segurança?
Clovis: - No começo havia uma milícia de 15 homens e em mãos aquilo se podia cortar. Veio esses bandidos e derrotaram todos muito fácil. O que iriamos fazer? Obedecemos a eles.
Ran: - Mas não tem armas? 
Clovis: - Onde conseguir? A primeira mina de ferro que sabemos, já está em mãos de bandidos e mesmo assim, não saberíamos produzir armas. 
Galford: - O problema de nossa antiga vida. Não sabíamos fazer nada. Nem levantávamos para ir ao mercado...
Augusto: - Estava pensando, eu poderia enviar homens para fazer a segurança por essas bandas e treinar alguns de vocês.
Clovis: - Seria excelente! O senhor é um bom homem! Agradeceríamos muito. Seria recompensado.
Augusto: - Ra! Veremos isso depois.
Clovis se retira.
Augusto: - Lanza! Tire 9 homens e leve com eles essa proposta e o trigo para os mestres das outras tribos. Volte de imediato, o mais rápido que puder. Quero que parta antes de mim.
Lanza: - Sim meu Lord. Considere feito.

Assim que o sol nasce. Os 42 guerreiros cavalgam para seu lar e levando com eles as novas e o trigo das outras vilas.

À noite, já no palácio, se reunia o rei, Ran, Galford, Pilcrum, Maser e Alfredo, todos eles os comandantes dos exércitos daquela prospero reino. Augusto falava sobre ajudar as vilas. 
- Então, esses aldeões não tem segurança alguma. O plano é enviar soldados para os proteger e treina-los. O Lanza falou de bandidos escondidos nas minas, quero elimina-los.
Maser: - Bom meu rei, é uma ideia boa, mas custosa demais e sem retorno algum. O Galford e Alfredo me passou uma ideia, escute-a, por favor. Como o Ran disse, devemos melhorar a comunicação construindo boas estradas, isso é certo, melhora tudo. Ao logo do caminho instalaremos postos avançados, reformaríamos a fortaleza acabada que está entre as vilas e depois da última cidadela construiríamos uma nova fortaleza. Bom, sobre os aldeões. A sua segurança seria feita por 2 esquadrões de cavalaria leve que iria patrulhar a estrada de uma ponta a outra e alguns poucos soldados nos postos avançados. Mas, iríamos exigir deles mão de obra para fazenda, mina de ferro e pedra e cobrar impostos, provavelmente haverá comercio entre todos devido às estradas. É aparentemente custoso, mas rende também. E podemos continuar proibindo a sua estadia em nosso reino.
Augusto: - Vocês realmente querem um império. Mas parece uma boa ideia. O que acha Ran?
Ran: - É bom.
Augusto: - Fica decidido assim. E agora?
Galford: - Precisas de um herdeiro.
Augusto: - E-a-g-o-r-a? - Galford recebeu um olhar ameaçador.
Pilcrum: - Tenho o relatório do Lanza. Lord! Foi bom encontrar essas minas de ferro. Nosso aço era da sucata das nossas coisas antigas. Essa mina é vital, aqui está o plano...
A reunião termina e Ran e o Rei se recolhem no palácio.


Completo >>
Parte 2     >>

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Devil Rise-John

John

Cap2 -Incarnation of disease


      No parapeito de uma varanda no terceiro andar de uma casa simples,Kally bebericava um copo de conhaque, e com um olhar entendiado para a vizinhança ,parecia desgostar de ter aceitado se envolver com o até agora inerte John Basilisk....

Kally; _Mas que droga de Demônio é você ,já se passaram duas semanas ,e até agora não vislumbrei o seu poder....Ás vezes fico pensando ,se você é mesmo o que diz que é..

John; _Ah não fique aflita...Está quase na hora de eu agir ,eu também não quero ficar para trás!.Ainda mais agora que você dispõe de mais doze ferazinhas(rsrs)

Kally;_ Espero mesmo ,que você aja logo,estou entendiada em um nível sem igual....E diz aí ;como você ativa seu poder,e se seu poder é algo tão impressionante mesmo?

John;_ Caramba,você demorou duas semanas para me perguntar isso,hahaha...Vamos lá á explicação;eu posso evoluir qualquer quadro de infecção ou de doença terminal de um individuo bastando estar presente no mesmo ambiente e respirando o mesmo ar que ele...Ou seja ,uma pessoa resfriada,em algumas horas pode sucumbir com um ataque de espirros estourando todas as suas artérias(rsrs),só que o que eu ganharia com isso?_Simplesmente a evolução da capacidade de fazer alguém espirrar até a morte!Daí eu prefiro matar alguém  com uma doença terminal ,por isso dessa minha espera!

    Kally o fitou,pensou,analisou ,sorriu á ele com o tipo mais malicioso de sorriso que existe..

Kally;_ Humm,e por acaso você acha que alguèm morrendo vai bater aqui em sua porta?! ..Por quê não visita um desses hospitais ou centros de recuperação...

John;_ Nossa agora você me decepcionou!.É extremamente óbvio que nesses locais ,estejam repletos de Hunters agindo como médicos,enfermeiros ou religiosos,só á espera de nos destruir!...Fique calma..a vitíma está bem próxima daqui,o vizinho desta casa que aluguei está de volta hoje...Ele está trazendo sua mulher e filha ,vindas de uma temporada no hospital,devida á uma determinada infecção (um olhar sombrio combinado com um sorriso macabro  ficaram estampados na face de John ao dizer estas ultimas palavras)

   Mais á tarde ,no mesmo dia,o vizinho e sua família chegaram do hospital,e já em frente a porta de sua casa se depararam com um casal lhe cumprimentando e se apresentando como novos vizinhos...Conversa aqui,conversa acolá e eles foram convidados á entrar para um bate-papo de vizinhança ....

Kally; _Nossa que mocinha linda ,adorei seus olhos!posso saber o seu nome?

Lindsay;_Me chamo Lindsay,e obrigada,eu também gosto muito de seus cabelos,eles são tão escuros,nunca vi alguem com cabelos parecidos com o seu!

Kally;_Obrigada.

John;_ Acho que vocês querem descansar ,não é mesmo?!Acho que já vamos indo.

Arnold;_Que nada ,esperem a Eliza já vai preparar um café para todos nós..Eliza você vai lá amor?ou não está se sentido reabilitada ainda?

Eliza:_ É ,na verdade ,eu estou com uma sensação estranha,parece que a febre está voltando ...Desculpe Arnold ,Kally e John ,acho que vou subir e me deitar um pouco ..

Arnold;_ Se é assim ,vamos voltar lá no hospital amor,tudo pela sua saúde!

Eliza;_Não se preocupe ,é só eu descansar um pouqui.....ai(slaaap)

     Eliza cambaleou e caiu da escada e rolou por alguns degraus,Arnold e Lindsay correram para socorre-la..O homem já estava com a mulher nos braços ,quando sua filha que estava atrás dele o gritou chorando..

Lindsay;_PAIIII  
      
     Um rio de sangue escorria do nariz da garota...

Arnold;_Ai meu Deus,o que está havendo aqui ? E vocês dois ,por favor me ajudem ...chamem alguem,por favor, pelo amor de Deus...

John;_ Hahaha ,Kally ele está saudavél ,ele é todo seu!Sei que precisa de sangue maculado com desejo carnal para ganhar algum lucro com isso,mas tenho certeza que seus bichinhos dão conta dele !Da próxima te ajudo a encontrar uns tarados para você!.

Kally;_Tudo bem!Vamos minhas criaturas,façam seu serviço

Arnold;_Mas o quê ?

    Lindsay desmaiou ,as criaturas começaram a sair de cantos escuros ,o olhar de pavor inundou a face do pai....Minutos depois em meio á um cenário de carnificina ,John exaltava seu poderes inflamando o corpo de mãe e filha levando-os á uma febre extraordinária  e por fim ás matando ...

John;_Maravilhoso,me sinto mais viril (rsrs)....pode dar essas daqui para suas bestas!....não têm mais nenhuma serventia para mim

Kally;_Realmente ,você é bom !Fiz uma otíma escolha!

John;_Fico lisonjeado Milady!

       Três horas depois ,o casal já na moto de John partiram em busca de novas aquisições e poder,e também quem sabe ,encontrar mais membros para integrar a causa.

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terça-feira, 14 de outubro de 2014

Devil Rise-Creator and infector

CAP 1-Ascendendo


     Na entrada de um beco no subúrbio de Nova Iorque....

Kallisto ; _Ei vocês dois,garotos...não estão afim de me dar uma ajuda aqui ?

Rapazes; _É com a gente que está falando doçura? -disse o mais velho-,o quê que podemos  fazer por você?

Kallisto; _ Acho que vocês seriam perfeitos para....ah por favor,tenho certeza que vocês sabem o que fazer quando uma mulher como eu ,aparece na entrada de um beco e os chama...

Rapazes; _ HUMMM..ah espera moça não temos dinh.. -dizia o mais jovem ,quando foi interrompido-,deixa de ser maricas Barth ,a moça está pedindo ajuda...tenho certeza que só de ``ajuda-la´´ bastará  (rsrs)

Kallisto;_ Isso mesmo ,venham para cá ,só preciso da ajuda de vocês...sem nenhum custo..(rsrs).Acho que você se chama Barth, não é mesmo ?! e você como se chama ?...ah eu meu chamo Kally.

Hector;_ Eu me chamo Hector doçura,e esse pirralho se chama Barth mesmo,hahah Barth o idiota!

Barth;_ Ai ai, falou o inteligente da família .

Kallisto;_ Vamos deixar disto garotos ,venham logo!
     
    Instantes depois ´´Kally´´ já estava jogando seu colete de lado e desabotoando alguns de seus botões da blusa

Barth;_ Nossa moça,estou ficando quente aqui!hahahah 

Hector;_ Eu assino em baixo,do que meu priminho idiota disse...hum ,acho que podemos te chamar de uma ``Bela Vadia´´...desculpe ,mas acho que é isto que você é ,né gracinha?!  

Kallisto;_ (rsrs)chame-me do que quiser ,só vamos adiantar isso logo...hum eu quero que vocês venham juntos,você grandão comece aqui atrás ,quero umas mordidas nessa minha nuca dolorida ,quero a marca dos dentes de um homem como você! ...E você meu jovem ,vou te dar a experiência de me tocar de cima á baixo ,começando por esses meus frágeis mamilos,arrg venham não aguento mais...

Rapazes;_hahaha delicia ,vamos te amaciar agora e te levar á loucura..

    E os rapazes á envolveram,e começaram seus ``trabalhos´´.....minutos depois nos festival de toques,beliscões e mordidas...um pequeno evento ocorreu

Rapazes;AiiiiiiiIIIIIIIII ....arrrrrGGGG 

  Depois de ter as unhas dela cravadas bem fundo no pescoço de Barth,e nas costas de Hector,eles se desvincilharam dela á jogando com extrema força contra o chão.

Hector;_ Sua vagabunda louca ,olha que você fez ,estou todo ensanguentado,que maldita coisa é essa na ponta de seus dedos ?...

Kallisto;_Ai meninos ,como são violentos ,e isso é só minhas unhas seus tolinhos....nunca ouviram dizer que um pouco de tortura incendeia o clímax da relação?(rsrs)

Barth;_Arrrg sua puta suja ,eu vou te matar

      Barth pegou um tubo de ferro e partiu para cima de Kally...quando um ruído crescente veio do alto das paredes dos prédios que formavam o beco....duas sombras se aproximavam de ambos os lados descendo por cima das tubulações ...se aproximando,aproximando até revelar ás duas criaturas enormes,duas possivelmente  ratazanas de porte equivalente a de um cão .

Kallisto ;_Aqui minhas crianças,venham beber á sua primeira refeição para poderem crescer grandinhas e fortes
    
    Os rapazes se entreolharam .

Hector;_ Sua puta suja ,o que são esses monstrengos?,por quê estão lambendo essas suas unhas porcas?

Kallisto;_ Hahah, a partir deste momento,o selamento está definido ,vocês não podem fugir,ou vocês ou minhas criaturas!Vão bebês ,estou contando com vocês.

     Surpresos e sem tempo de agir,os dois jovens só puderam dar alguns passos para trás ,até serem derrubados pelo peso das pequenas bestas,estas sendo extremamente ligeiras e fortes...O rosto foi o alvo primário, as bestas desfiguraram as faces e rumaram para a garganta,assim finalizando suas vitímas ...

     Com um sorriso de satisfação estampado na face ,Kally admirava suas criaturas obliterando até os ossos suas vitímas .Até que passos foram ouvidos indo em sua direção ,vindos do final do beco,lugar que não havia alguém antes,e que ninguém podia acessa-lo sem passar pela entrada do beco...

Kallisto;_Ora,oras será que é um Hunter que veio me receber?

Homem;_Vamos deixar de conversa, me diga Demônio,por quê da necessidade de se relacionar tão intimamente com esses pobres coitados,por quê não os entrega-los imediatamente á fúria de suas bestas?

Kallisto;_ Ai ai...acho que vou dizer apressadinho..Eu sou Kallisto a Demônio Mãe das Pragas e Senhora da Luxúria..Para meu poder ascender somente posso ativa-lo por meio da relação carnal,o sangue maculado pelo desejo ativa meu poder !...A partir do sangue maculado posso invocar ,reproduzir e gerar pragas de pequeno porte...Minhas amadas ratazanas agora podem gerar mais seis pestes cada uma,isso baseado na quantidade de sangue maculado ingerido.

Homem;_Interessante,simplesmente interessante!

Kallisto;_Senhor Hunter ,não me diga que quer começar uma briga aqui e agora?...está tentando cortar o  mal pela raiz?é isso?Hunter

John Basilisk;_Talvez você não tenha me deixado lhe corrigir até agora...Eu não sou um Hunter,eu sou John Basilisk ,Demônio Pai da Infecção e Senhor da Enfermidade..Acredito eu ,que podemos fazer uma bela aliança aqui...se você assim desejar.

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